FANFIC - NA ESCURIDÃO - CAPÍTULO 22

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Foi uma noite intensa. Precisa de um alívio... precisava fugir da dor. Aqueles olhos em mim.. seu corpo junto ao meu. Tudo isso dissipou minha dor, me deu um calmante natural. Mas não queria me envolver, não queria mais ninguém. Até ver a merda daquele exame me dizendo que a noite não tinha acabado. Eu não sabia nem o nome dele. Que merda!


Autora : Isabella Cullen
Classificação: +18
Gêneros: Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez.




Capítulo 22 Na escuridão



Aconteceu tudo tão rápido. Bella passou mal, fomos para o hospital e quando chegamos lá minha mãe preparou tudo para que nem ela nem Anthony sofressem muito. Ela estava um pouco distante, a muito tempo. Só que era um medo de morrer e nos deixar, meu pai conversou comigo e disse que Esme ficou assim também, falando merda dias antes de nascermos.
– Sr. Cullen, pode entrar agora. – um enfermeira disse quando eu estava do lado de fora da sala de cirurgia esperando.

Entrar e ver Bella ali foi algo surreal, nosso filho ia nascer. Um sonho depois de tudo que passamos para chegar até aqui. Um verdadeiro milagre. Sentei do seu lado e percebi o quão estranho era aquilo, eu era médico e geralmente era eu que estava do outro lado. Minha mãe entrou na sala e fez um aceno para mim. Ela tinha uma confiança maravilhosa e estava feliz dela fazer isso.

– É meu neto então vamos logo que quero conhecer meu lindo Anthony!

E todos eram só sorrisos, Bella estava nervosa e tinha lágrimas nos olhos.

– Meu amor, vai ser rápido. Você vai ver... é rapidinho.

– Cuida dele Edward. – ela ainda falava merda, só que olhei a pressão dela no monitor e vi que já estava no limite. Precisava mantê-la calma.

– Cuido sim. Cuidarei dele muito bem.

– Obrigada. – ela respirou aliviada. Era tão importante assim que eu entrasse na loucura dela? Eu entraria por ela e meu filho.

– Prometo cuidar muito bem dele sempre Bella, eu o amo muito.

E ela sorriu para mim. E minha mãe começou, ela foi realmente muito rápida e ouvimos o choro alto e lindo de nosso filho. Bella fechou os olhos e deixou mais lágrimas escorrerem, ela estava muito emocionada como eu nunca pensei que ela ficaria. A mulher teimosa e cheia de traumas agora era esposa e mãe.

– Vem Edward cortar o cordão e limpar o bebê! – disse minha mãe feliz e alegre.

Minhas mãos tremiam ao fazer aquilo e olhei para ele aos berros nas mãos de minha mãe. E cortei.

– Agora limpe-o e leve para a pediatria Edward, ele nasceu prematuro. – disse Esme.

– Vou mostrar a Bella...

– Não, ela vê depois. Preciso agora cuidar de algo aqui.

Tinha algo errado... minha mãe não agia assim... ela realmente estava me deixando? Morrendo...

– Mãe o que Bella tem?

– Filho, Anthony... cuide dele e eu de sua esposa.

Foi então que me toquei dos berros da criança aos berros no meu colo. Limpei Anthony e verifiquei seus sinais e cor, ele estava ainda um pouco inchado do parto,mas era lindo. A criança mais linda do mundo. Levei ele para a pediatria para fazer exames que demoraram muito porque insisti que fossem refeitos alguns, Bella nas primeiras semanas ingeriu muito álcool e uma quantidade de droga, eu precisava garantir que ele estivesse bem e que fosse eu a cuidar dele.

– Vamos ao primeiro banho para ver mamãe cheiroso?

E dei o primeiro banho, vesti sua roupinha e vi a fome quando ele berrou muito e dei o leite. Eu dei a primeira mamadeira dele. Ele tomou uma quantidade grande para um recém-nascido e eu fui até o quarto de Bella porque a essa hora ela já deveria estar lá. Levei nosso pequenos braços com muito cuidado e quando abri a porta do quarto destinado a ela estava vazio. Não havia nada. Mudaram ela de quarto ou ela ainda não havia chegado. Resolvi colocar Anthony no berçário e ver o que estava acontecendo.

– Edward... – era minha mãe que estava na porta do quarto quando voltei.

– O que aconteceu com Bella? – minha mãe estava branca.

– Ela.. filho... Bella se foi.

Meu mundo parou. Tudo acabou ali. Ela morreu.

– Ela morreu? Bella... morreu de quê?

– Não.. Bella está viva... ela se foi Edward. Bella Foi embora. John a levou.

Cai no chão do hospital feito idiota e chorando. Como... ela me deixou? Ela me deixou?

– Mãe... eu não entendo...

– Edward assim que a tiramos da sala John já estava na porta com um documento que ela escreveu do próprio punho dizendo que ele tinha autorização para levá-la mesmo... naquele estado. – minha mãe agora chorava muito. Ela não entendeu.

– Ela simplesmente foi?

Alice apareceu correndo no corredor.

– Como ele é? Parece com quem? – ela percebeu que eu estava muito abalado parou. – O que aconteceu?

– Ela se foi. Bella se foi Alice.

– Para onde?

– Embora... PARA O INFERNO! PARA A CASA DO CACETE!

– Edward isso é um hospital! – minha mãe disse.

– O INFERNO É A MERDA DE UM HOSPITAL! ELA FOI EMBORA ME DEIXOU!

– Espera... eu vou...

Alice começou a ligar para todo mundo, ela ligou para todos os celulares e casas que ela poderia estar. E nada. Ela desapareceu no mapa.

– Edward... eu não sei... olha... – ela estava aos prantos quando desistiu de ligar.

– Me dá esse celular Alice.

– O que você vai fazer? Edward...

– ME DÁ A PORRA DO CELULAR!

Ela me entregou com os olhos arregalados. Disquei o numero dela. Caixa de mensagem. Ótimo.

– OLHA AQUI ISABELLA SE UM DIA SE ARREPENDER DA BURRADA QUE FEZ NÃO VOLTE ENTENDEU? NÃO VOLTE! VÁ PARA O INFERNO QUE É O LUGAR DE MULHERES COMO VOCÊ. MORRA ATÉ! MAS NÃO OUSE ME PROCURAR OU AO FILHO QUE ABANDONOU ESTÁ ME OUVINDO? ELE É MEU! VACA! ATÉ CACHORROS TEM MAIS AMOR PELOS FILHOS DO QUE VOCÊ!

E eu desliguei respirando fundo e deixando as lágrimas caírem e Alice sentou do meu lado e chorou comigo. Não tinha o que ser feito, ela tinha sumido e eu sabia muito bem que se ela quisesse desaparecer ela desapareceria e não haveria Interpol para achar ela. O que eu tinha agora era meu filho.

– Vamos ver Anthony filho, ele precisa de você. – disse minha mãe triste. Assim que chegamos no berçário eu entrei e fui direto pegando ele. Sentando numa poltrona e abraçando meu pequeno e olhando para ele. Seríamos só nós dois agora, somente pai e filho.

Alice fazia pequenos gesto do outro lado do vidro e eu me aproximei com ele e ela o viu e mais lágrimas caíram, eu sabia o que ela estava vendo. Ele era Bella em miniatura. Não tinha como negar. E assim que ele abrisse mais os olhos eu veria os olhos dela... os olhos da minha esposa.

Os dias se passaram relativamente lentos. Não voltei para o apartamento dela, fui para casa dos meus pais e fiquei ali enquanto Anthony não saia do hospital e preparamos em caráter de emergência um quarto para ele. Na verdade, eu não conseguia entrar no apartamento que era nosso. Alice foi e pegou minhas coisas e as de Anthony, eu nem cheguei perto. Sentiria o cheiro dela e isso me faria me aprofundar na escuridão que era não tê-la.




Continua...


2 comentários:

Jannáyra Menezes disse...

To arrazada :'(

Bells disse...

Q triste!

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