FANFIC - NÃO É MAIS UM ROMANCE LITERÁRIO - CAPÍTULO 11

Olá Amores!!! Hoje vamos curtir o 11° capítulo de "Não É Mais Um Romance Literário". Quer acompanhar a história desde o início? Clique aqui.

Isabella Swan têm a sua vida transformada após conhecer o enigmático romancista Edward Cullen. O que acontecerá com a estudante ao se envolver com alguém tão misterioso?

Autora : Jacqueline Sampaio
Classificação: +18
Gêneros: Romance
Avisos: Sexo


Capítulo 11


–E esse é o estilo literário predominante. Entendeu Bella? –Ele olhou-me entediado. Assenti enquanto começava a recolher as apostilas que estavam espalhadas pela pequena mesa localizada na sala do quarto de Edward naquele hotel.

–Nossa Edward... Se você não se desse bem como escritor certamente seria um ótimo professor!

–Não. Eu não seria.

–Por que diz isso?

–Porque eu seria assediado pelas alunas e não resistiria às ninfetas tentando chamar minha atenção. –Falou com descaso levantando-se da cadeira.


–Sei. –Murmurei aborrecida. –Tenho que ir. Se meus pais ligam para a casa da Angela e descobrem que não fui para lá depois da aula como havia dito, terei problemas. –Ele, que até então acendia um cigarro colocando-o na boca emudeceu. Quando peguei minha mochila caminhando para a porta fui retida. Edward puxou-me para o sofá.

–Ai!

–Acha mesmo que pode me usar como seu professor particular e não me dar nada em troca, Bella? –Eu estava embaixo daquele corpanzil musculoso, o peso daquele peitoral não me incomodou. Edward deixou o cigarro de lado roçando seus lábios aos meus. Arfava com o contato incapaz de rejeitá-lo. E sentia vergonha por desejar cada centímetro daquele homem, um desejo que nem mesmo o pudor que sentia por nunca ter sido tocada conseguia aplacar. Enquanto Edward mordia levemente meu lábio inferior suas mãos tateavam a lateral de meu corpo. Mantive-me imóvel durante alguns minutos e quando iria envolvê-lo com meus braços um barulho nos interrompe, era o celular dele.

–Droga! –Ele praguejou levantando e pegando o celular em cima da pequena mesa. Levantei-me. Edward pareceu um pouco tenso ao ver no visor quem ligava.

–Quem é Edward?

–Um conhecido. –Eu sabia... Era uma mulher. Levantei pegando minha mochila.

–Tenho que ir. –Falei pesadamente enquanto passava por ele.

–Até amanhã. –Ele disse enquanto fechava a porta atrás de mim. Fiquei prostrada diante da porta fechada apenas para ouvir um pouco da conversa que Zero estava tendo. Grande erro o meu.

–Sim nós podemos nos ver... Jessica... Também estou com saudades suas, Boneca. –Não ouvi mais nada. Sai apressadamente do hotel. O que pensei ser meu se perdeu. Era só nisso que conseguia pensar. Ou talvez não tenha perdido o Edward. Não se perde aquilo que você nunca teve. E com este pensamento, as primeiras lágrimas vieram a cair do meu rosto. Mais uma vez sofria por Edward.

–Cheguei! –Teria ido diretamente para o meu quarto se a voz de minha mãe não tivesse me retido.

–Bella, filha, veja quem veio nos visitar! –Ela apontou para a figura sentada no sofá, meu pai servia um chá. Era Jacob. Sorri.

–Oi primo. Que bom vê-lo. –Forcei ainda mais um sorriso.

–Olá Bella.

–Veio jantar aqui?

–Sim. Meus tios me convidaram e não consegui recusar. –Falou Jacob.

–Eu vou tomar um banho e logo eu descerei. –Falei já caminhando para a escada.

–Bem eu tenho que adiantar o jantar. Ajuda-me meu amor? –Perguntou minha mãe a papai, este assentiu seguindo-a para a cozinha.

Ao adentrar o escuro quarto que me pertencia, minha vontade era de me debruçar sobre a cama e derrubar incontáveis lágrimas. Eu estava arrasada. Tomei um longo e relaxante banho, mas verdade seja dita, não consegui relaxar. Logo estava pronta vestindo algo simples e confortável para jantar na companhia de meus pais e Jacob. Em meu intimo queria apenas ficar só, mas agindo assim poderia levantar suspeitas não de meus pais, mas de Jacob. Jantei silenciosamente. Minha mãe volta e meia puxava assunto ou com Jacob ou com meu pai. E eu ali, comendo por comer, olhando apenas para o prato ou para o copo com suco. Queria desaparecer. Ou queria desabafar? Falaria com Angela no dia seguinte.

–Bem eu... Eu estou cansada e irei me recolher. –Falei e simplesmente me recolhi dando um “boa noite” a todos. Adentrei meu quarto escovando meus dentes em meu banheiro. Em seguida joguei-me na cama incapaz de trocar de roupa. As palavras de Edward, sua imagem... Queria poder fugir de tudo isso. Maldito o dia em que o encontrei no parque, maldito o dia em que fui atropelada pelo mesmo. Antes que me entregasse à tristeza, alguém bate minha porta. Sentei rapidamente na cama tentando manter a tristeza enclausurada.

–Entre. –E foi à figura de Jacob que vi passar pela porta e logo fechá-la. –Jacob?

–O que há com você Bells? –Ele perguntou com brandura.

–Jake, eu pensei que já havia ido para casa.

–Não mude de assunto. –Ele estava sério. Emudeci. Ele se aproximou pegando a cadeira de minha escrivaninha e sentando próximo a mim. Senti-me acuada.

–Sei que algo está acontecendo a você Bella. Gostaria que me contasse. Estou preocupado com você.

–Estou bem Jake. Só preocupada com as provas que ando fazendo e...

–Está mentindo para mim. Diga-me o que tem? Sinto que sofre por algo. –Ah como eu queria desabafar! Como queria abrir meu coração para Jacob e abraçá-lo a fim de extinguir a dor que sentia por não ter importância para Edward, mas eu não poderia. Não para o homem que um dia quis que fosse meu. Envergonhada abaixei a cabeça e permaneci em silêncio.

–Entendo. Não vai me contar. Uma pena Bella. Só quero ajudá-la. Não suporto vê-la sofrer.

–Eu sei. –murmurei ainda cabisbaixa.

–Bem, eu não posso obrigá-la a contar. Sinta-se a vontade para me dizer quando quiser. –Ele levantou. Meu peito doía.

–Perdão... Jake. –Ele virou-se. Ergueu meu rosto para fitá-lo com expressão cândida. Sentou-se na cama a minha frente e abraçou-me apertado. Aquele calor conseguiu me reconfortar. Fechei meus olhos e me entreguei a toda aquela compaixão que Jacob mostrava.

–Sabe que pode sempre contar comigo, não é? –Assenti com a cabeça, deixei uma lágrima solitária escorrer pela minha face. Jacob colheu aquela lágrima com um de seus dedos, parecia padecer da minha condição. E o tempo pareceu simplesmente inexistir. O que mais esperava ou mais temia ocorreu. E nada pude fazer para impedir que Jacob me beijasse. Ele estava me beijando, não com a luxúria dos beijos de Edward, mas com a calma e o amor de um pai. Seria assim? Apesar de ser apenas um leve toque de seus lábios aos meus eu não consegui, por mais que quisesse, associar aquele beijo a um ato fraternal. Fiquei estática enquanto Jacob saía do quarto. Antes desejando para mim boa noite.







4 comentários:

tete disse...

ha com jacob nao espero que nao passe disso so beijos amei beijos e uma otima noite

Daiane Vital disse...

Ai o Edward tem q abrir o olho

Jannáyra Menezes disse...

Ahhhhhh quero mais \o/

LAV RIBEIRO disse...

é o EDWARD tem que ficar esperto

Postar um comentário

Deixe aqui o seu comentário sobre o post: