FANFIC - NA ESCURIDÃO - CAPÍTULO 12

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Foi uma noite intensa. Precisa de um alívio... precisava fugir da dor. Aqueles olhos em mim.. seu corpo junto ao meu. Tudo isso dissipou minha dor, me deu um calmante natural. Mas não queria me envolver, não queria mais ninguém. Até ver a merda daquele exame me dizendo que a noite não tinha acabado. Eu não sabia nem o nome dele. Que merda!


Autora : Isabella Cullen
Classificação: +18
Gêneros: Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez.



Capítulo 12  - Primeiro Encontro


– O que vai querer? – Edward perguntou e eu estava olhando o menu nervosa.

– Vinho tinto. – brinquei e ele só me olhou de cara feia.

– Isso não é brincadeira, vou pedir coca-cola.

– Hum... não tomo.

– Não? – ele me olhou curioso.

– Pede sprite.

– Sério? Você não gosta de coca?

–Não. – acho que só Alice sabia disso.Ela e o namorado.

Ficamos em silêncio olhando o menu, o que raios eu estava fazendo num restaurante italiano. Não comia aquilo. Tinha algo além de massa naquele lugar? Cansei dessa história de encontro. Ele me olhou nos olhos.

– Está muito bonita hoje.

Corei, não esperava por aquilo, minhas reações estavam me traindo. Respirei fundo.

– Obrigada. – Afundei minha cara no menu. Não ia comer nada daquilo.

– Hum... quer pizza ou massa?

– Não como comida italiana.

Ele olhou surpreso.

– Por que não disse antes Bella?

– Achei que podia ter alguma coisa que...

Ele se levantou.

– Vamos.

Olhei para ele espantada e ele me deu sua mão, a peguei. Fiquei aliviada quando entramos no carro. Ele começou a dirigir devagar.

– Estava muito tensa por quê?

– Não gosto de encontros.

– Por quê?

– Precisamos ser aquilo que não somos.

– E sexo?

– Não devíamos falar sobre isso. – disse maliciosa.

– Estou curioso, aceita ir para cama com um estranho, mas não aceita um encontro com uma pessoa que talvez goste de você?

– Muito íntimo.

– Qual o seu problema com intimidade? – ele dirigia tranqüilo.

– Hum... é agora que começamos a nos conhecer? – fiz uma careta.

– Isso.

– Então por que terminou com Tânia?

– Depois de você.

– Nunca fui muito envolvida com meu pai, quando eu nasci ele largou minha mãe, ela sofreu até o dia da morte com a rejeição dele e depois que ela morreu meu pai me mandou para uma escola na Alemanha. Colégio interno. Só o vi no dia em que ele resolveu que eu era a única herdeira do império dele.

– E você tinha quantos anos?

– 17. Tentei ser a filha perfeita, queria a aceitação dele. Por isso aceitei me casar com Ben.

Ele não expressou nenhuma reação sobre meu noivado, resolvi continuar.

– Ben era filho do melhor amigo do meu pai e comecei a gostar dele depois de um breve namoro, perdi minha virgindade com ele. Íamos nos casar... que mal tinha? Foi curto, sem prazer e depois ele me largou no altar. – eu ia começar a chorar, meus hormônios iam me deixar louca qualquer hora. Ben me largando no altar, só Irina e Alice sabiam disso.

– Namoraram por quanto tempo?

– Hum... acho que dois anos. Um ano de namoro e um de noivado. Nossos pais queriam algo rápido.

– O que seu pai achou desse absurdo... quero dizer... dele te deixar no altar?

– Ele disse que eu não prestava nem para casar.

Edward segurou o volante com força nessa hora. Ele ficou nervoso?

– E depois? – disse com esforço para não soltar um palavrão eu acho. Estranhei aquilo.

– Bom, depois eu resolvi ser a menina má da história. Sem me preocupar com o que ele achava. Não importava mais a opinião dele.

Percebi que estávamos numa auto-estrada, para onde ele estava me levando? Não importava, dirigir ou estar num carro me dava uma sensação boa. Ele estava dirigindo minha Ferrari, eu amava meus carros.

– Terminei com Tânia porque ela não queria um compromisso maior. Casa e filhos.

Ele disse quebrando o silêncio de quase cinco minutos. Olhei para trás e não vi carros na estrada. Meu celular tocou.

– Oi... sim... acho que estamos sim. – olhei para Edward – Para onde vamos?

– Estamos em movimento Bella, não sei.

– Ele não sabe. – Josh estava nervoso com a não-informação de Edward. – Tudo bem. – E desliguei e olhei para trás.

– Um carro vai nos seguir tudo bem?

– Sim. E você queria uma casa com flores, filhos, cachorro e tudo mais?

– Sim. – ele deu um sorriso torto.

– Ela não é mulher disso. Vai ter que arranjar uma mais tradicional... fidelidade está no pacote, não? – disse sorrindo.

– Não se preocupe com isso. – ele parecia esconder algo, mas ignorei para não surtar.

– Alice conheceu Ben?

– Ela foi... seria madrinha do meu casamento.

– Hum... Seu pai falou com você depois disso?

– Ele tentou, principalmente quando descobriu o câncer.

– Ele morreu de câncer?

– Sim, não fui visitá-lo e nem fui no enterro. Ele não tinha ninguém para deixar suas merdas, herdei tudo.

– Interessante.

– Namorou mais alguém além de Tânia?

– Primeira em tudo.

– Perdeu a virgindade com aquela vagabunda? Pelo menos foi bom! – disse rindo.

– Ela era a minha vizinha. E na época ela era decente.

– Ela não tem cara de ser decente Edward, acho que nunca foi.

– Como sabe disso?

– Conheço o tipo dela. Vizinha... boa menina... seus pais são ricos?

– Temos uma fortuna considerável.

– Você é o mais velho?

– Sim.

– Por isso. – eu sabia o tipo dela.

– Não a conhece Bella.

– Conheço o perfil dela e acredite, sou boa nisso

– Em que mais você é boa?

– Sei atirar bem, gosto disso. Você?

– Toco piano, ganhei prêmios quando criança.

Aquilo fazia o perfil dele. Menino educado, com boas notas... talentoso. Onde eu me encaixava na vida dele?

– Que luz vermelha é essa no painel?

– Merda!

Olhei para trás e vi dois carros.

– O que foi? – ele perguntou.

– Tem dois carros atrás de nós.

– Não são...

– Não. Agora faça o que digo, coloque essa máquina para andar do jeito que ela gosta.

Apertei um botão e as janelas foram fechadas, Edward acelerou. Liguei o rastreador e o GPS.

– O que são essas coisas?

– Aparelhos de rastreamento e um GPS

Ouvimos dois disparos. Edward ficou assustado quase a beira de um ataque.

– Edward se concentra em não bater o carro.

Peguei uma arma. Ele arregalou mais os olhos.

– BELLA LARGA ISSO!

– Dirige Edward e faz o seguinte, tem um retorno a alguns metros, você vai precisar pegar. E quando virarmos eles vão atirar mais. ACELERA NESSA HORA.

Ele estava mais nervoso. Coloquei a mão na perna dele, segurando a arma com a outra.

– O carro é blindado, se continuarmos em movimento nada vai nos acontecer eu prometo.

– Guarda essa arma.

– Não posso. Precisamos tê-la em mãos.

Acariciei as pernas dele e senti o carro acelerar. Sorri para ele, ele fez o retorno. Mais tiros, e ele abaixou a cabeça por reflexo, mas continuou dirigindo, era sexy o jeito como ele estava dirigindo. Fiquei excitada!

– Edward pode desacelerar.

Ele não percebeu quando os carros já não estavam mais na nossa cola. Ficamos em silêncio enquanto ele dirigia para nosso apartamento. Ele viu um carro na nossa cola e acelerou.

– É Brian, ele veio nos escoltar.

– Onde eles estavam quando precisamos?

– Você não deu a rota quando saiu do restaurante, Josh se perdeu de nós. Acontece.

– O QUE ACONTECEU FOI MUITO PERIGOSO!

– O carro é blindado.

Ele já estava no estacionamento e parou o carro do lado do Volvo. Ele respirava com dificuldade. Estava vermelho também. Guardei a arma.

– Ainda quer outro encontro comigo? Não sou a menina da casa, filhos e cerca branca Edward. Pense nisso.

Saí do carro e o deixei na mesma posição.

5 comentários:

tete disse...

nossa que emoçao esses dois vao viver amei beijos

Jannáyra Menezes disse...

Jesus...que encontro doido...mais que fofo o ed protegendo ela! Amei o cap

Yasmim Oliveiradesouza disse...

Amei....muita adrenalina....,,

Daiane Vital disse...

Adorando...

Bells disse...

Hahaha! Adoreiii tinha q ter mais ação. ..kkk
:)

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