FANFIC - AGORA E SEMPRE - CAPÍTULO 43

Olá Amores!!! Hoje vamos curtir o 43° capítulo de "Agora e Sempre". Quer acompanhar a história desde o início?Clique aqui.


Edward Cullen põe fim a um fatídico relacionamento com a sua prima Tanya, que inconformada tenta de todas as maneiras trazer-lo de volta para sua cama, onde de fato ele esteve pouquíssima vezes. Isabella Swan de uma forma marcante conhece Edward Cullen irmão de sua melhor amiga Alice, e mesmo sem está preparada se entrega a magia do momento e tem uma maravilhosa noite de amor, porém nem tudo são flores.Será que o amor sobreviverá as armações, intrigas, mentiras, e a uma ex?


Autora : Mery Arruda
Classificação: +18
Gêneros: Hentai, Drama, Romance
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo




Capítulo 25 Surpresas!




Por Carlisle.



Desde o inicio havia tomado a frente e acompanhado de perto tudo que se relacionava aquela criança, prometi a Esme fazer tudo que estivesse ao meu alcance para ajudar a neném e não iria desistir.

O fato de ser uma possível Cullen me impulsionou a tomar as decisões mesmo que isso significasse bater de frente com a família Denali. Era uma vida que estava em jogo e não estava tendo o apoio da família da mãe.

Em minha vida profissional nunca presenciei um ato tão desumano assim, em geral, os parentes engajavam na luta conosco, estando presente, dando carinho e apoio aos bebês que estavam em situação de risco.

Porém com essa criança...

As únicas visitas que a neném recebeu foram a de minha esposa e meus filhos. Esme e Alice eram as mais freqüentes, sempre preocupadas com a menina. Atendendo ao pedido de minha filha entrei em contato com os irmãos Volturi e expliquei a gravidade da situação, de imediato eles compareceram para fazer o exame, só restava agora saber qual deles seria o responsável pela menor.

Após o resultado dos exames tudo havia mudado tão rápido, primeiro uma calmaria, por parte das mulheres, depois um choro incontrolável que deixou todos nós aflitos.
Isabella chorava abraçada a Edward, Rosalie a Emmett e Alice a Jasper, de inicio pensei que elas choravam por estarem aliviadas com o resultado. Mas quando Esme desabou ao meu lado e Alice fez o pedido, eu entendi que o choro era por outros motivos.

— Papai entre em contato com os Volturis, um deles é o pai... Ele não pode deixar essa menina com... Sem amparo.

Em sua voz era percebível a aflição que ela estava sentindo. Das quatro mulheres ali presentes ela era a mais descontrolada.

— Calma filha, eu farei isso.

Olhei para Jasper, tentando entender o motivo de tanta aflição, ele abraço-a por trás confortando-a.

— Calma amor...

Mas ela não se acalmava, por esse motivo precisei sedá-la.

— Por que Alice ficou dessa forma Jasper? — Questionei um momento depois quando ela já estava dormindo em seu antigo quarto e nós estávamos a sós na cozinha.

— É uma longa história.

— Eu gostaria de saber se tem algo acontecendo com minha filha. — Falou Esme que ia entrando na cozinha. — Alice nunca foi descontrolada desse jeito. O que está acontecendo Jasper?

— Desculpe-me, mas eu não posso contar sem ela. — Ele levou a mão ao rosto em um gesto desesperado. — Ela me fez prometer. — Ele nos olhou e estava com os olhos marejados. — Acho melhor ir ficar com ela, boa noite.

— O que está acontecendo com nossa menina Carl?

— Não sei, — Beijei o topo de sua cabeça. — Só nos resta esperar. — Olhei para minha esposa.

— Onde estão os outros?— Ela perguntou quebrando o silêncio.

— Edward subiu com Isabella e Emmett e Rosalie já foram.

— Carl, o que será dessa menina?

— Não sei amor, mas essa não é à hora de nos preocuparmos, você esta esgotada...

— Estou preocupada com ela. — Ela me encarou. — Se fosse nossa neta poderíamos ter a guarda dela, mas é agora?

— Agora vamos esperar, tenho certeza pelo que conheço dos Volturis, que eles não deixaram essa menina nas mãos de Carmen.

— Assim espero.

— Eu realmente pensei que ela fosse uma Cullen. — Falei enquanto caminhávamos para nosso quarto.

— Eu também, mas confesso que fiquei aliviada. — Ela me encarou. — Sei que Isabella e Rosalie, poderia sim amar aquela menina, mas...

— Seria a lembrança viva...

Esme tocou em meus lábios, impedindo que continuasse.

— Elas colocaram uma pedra em cima desse assunto... Os perdoaram... Meu medo era que com o tempo a Carmen ficasse atrapalhando a vida deles.

...



O dia amanheceu nublado, levantei-me com cuidado para não despertar Esme e me preparei para ir trabalhar, beijei seu rosto como fazia toda manhã e sai. Assim que cheguei ao Hospital fui informando que Felix e Demetri aguardavam-me em minha sala.

— Bom dia Rapazes?

— Bom dia Carlisle. — Cumprimentou Felix.

— Como está à família? — perguntou Demetri.

— Estão todos bem.

— Então, onde pegamos o resultado? — Perguntou Felix.

— Não querem conhecer a menina antes?

— Preferimos saber logo o resultado. — Disse Felix.

Pouco tempo depois estavam com o resultado do DNA nas mãos.

O primeiro a abrir o envelope foi Demetri, prendeu sua respiração por alguns segundo antes de dizer o resultado.

— Negativo.

Ele estava desapontado, tinha a esperança de ser o pai da menina. Afinal nutria pela mãe dela uma paixão oculta. E quando recebeu o telefonema do Carlisle informando sobre a menina ficou esperançoso. Cuidaria da menina com todo amor e carinho e quem sabe com o tempo a mãe dela viesse formar uma família com ele. Demetri sabia da obsessão dela por Edward, mas estava disposto a tentar... Se ela quisesse.

— Você deveria se sentir aliviando Irmão. — Disse Felix com um meio sorriso nos lábios.

Felix abriu seu envelope, seu semblante ficou confuso.

— Deu... Negativo.

— Mas como isso é possível? — Perguntou Demetri.

Felix mostrou o resultado a ele, depois estendeu a mim. Todos os exames haviam dado negativo. Quem seria o pai dessa criança?

— Temos que ir, adiamos uma reunião para estamos aqui hoje Carlisle. — Disse Felix.

— Obrigado pela atenção.

— Eu poderia ver a... Tanya? — Perguntou Demetri.

— Ela ainda está na UTI.

— Prometo sair logo... Só quero vê-la.

— Não perca seu tempo Demetri.

— Esse assunto não lhe diz respeito Felix.

— Só quero o seu bem, você sabe que ela nunca lhe olhou da mesma forma que olha ao Edward.

— Isso nunca me importou. — Respondeu Demetri a seu irmão e virando-se pra mim esperou por minha resposta. — Então Carlisle posso vê-la?

— Vá até a UTI e converse com a Carmen.

— Esperarei você aqui. — Disse Felix. — Não demore, lembre-se que temos um vôo.

— Serei breve.

Demetri saiu deixando-me a sós com Felix.

— Você pode me dar uma pista de quem pode ser o pai dessa menina? — Perguntei.

— Sinceramente não, eu pensei que fosse um de nós ou um de seus filhos. — Ele me encarou. — Seu genro?

— Deu negativo.

— Não sei, a Tanya vivia nessas reuniões depois que Edward rompeu com ela. Pode ser qualquer um.

Conversamos mas um pouco antes de Demetri voltar.

— Conseguiu vê-la Demetri?

— A mãe dela convenceu o medico a permitir minha entrada por alguns minutos.

— E como ela está? — Perguntou Felix.

— Muito mal. — Ele me olhou por um longo tempo. — Como aconteceu?

— Ela tentou empurra Isabella, mas se desequilibrou e caiu.

— Ela... Ela... — Ele estava confuso.

— Ela tentou matar minha nora.

— Ela é obcecada por Edward. — Disse Felix. — A Gianna... — Ele parou e me olhou. — Carlisle a Gianna pode lhe dar algumas informações, afinal ela e Tanya sempre estavam juntas.

— Você acha que ela colaboraria?

— E a vida de uma criança que está em jogo. — Ele pegou o celular e discou. — Está desligado, mas ela dará um toque quando vir que liguei, pedirei para ela entrar em contato contigo.

— Eu lhe agradeço por isso Felix. — ele estendeu sua mão me cumprimentando e retribui seu gesto. — Por favor, se lembrar de alguma coisa que possa ajudar.

— Eu te ligo se lembra de algo.

— Eu volto a lhe agradecer.

Demetri se despediu, eu pude notar a tristeza e sinceridade em suas palavras.

— Eu gostaria de poder ajudar, em relação à menina. — Ele deu um meio sorriso triste. — Teria ficado feliz se ela fosse minha filha.

Depois ambos saíram calados deixando comigo o resultado do exame.

...

O resto do dia passou agitado entre uma consulta e outra sempre procurava saber se havia alguma novidade no quadro clinico da menininha. No finalzinho da tarde recebi a visita de Alice e Esme.

— Que surpresa! — Disse assim que elas entraram em minha sala.

— Viemos ver a neném. — Disse Esme.

— Alguma novidade papai.

— Não muito boas.

— Não me diga que ela piorou. — Disse Alice sobressaltada.

— Não o quadro dela está estável.

— Então? — Quis saber Esme.

— Felix e Demetri já estiveram aqui.

— E ai? — perguntou Alice. — Qual deles é o pai?

— Nenhum deles.

— Como...

— Deu negativo.

Estendi o resultado dos exames para que elas pudessem ver.

— Carlisle, tem alguma possibilidade desse resultado ter dado errado? — Perguntou Esme confusa. — Como os cinco envolvidos fazem o exame e dá negativo?

— Hora mamãe... Porque a Tanya era uma vadia! — Ela se levantou — Mas a questão aqui é outra, como fica a situação da menina agora papai?

— Na mesma, dependendo dos Denali.

— Será que a Carmen não sabe de nada? — Esme falou de repente. — Não sabe quem é o pai?

— Você acha que ela seria capaz disso amor?

— Lógico papai.

— Ela falava com tanta segurança que Edward seria o pai da criança. — Disse Esme.— Talvez acreditasse na filha.

— Ou estivesse mancomunada com ela. — Disse Alice.

— Será Carlisle que ela faria isso?

— Só temos um jeito de descobrir.

— Como?— Quis saber Alice.

— Vou chamá-la aqui, e mostrar os resultados dos exames, ela vai ter que falar.

— Duvido muito, mas é uma opção.

Trinta minutos depois Carmen entrava em minha sala.

— Você queria falar comigo Carlisle?

Ela perguntou me olhando ignorando Alice e Esme, que estavam sentadas nas poltronas no canto da sala.

— Estamos com os resultados de DNA aqui.

Ela me olhou e sorriu triunfante.

— Já sabem que a menina é sua neta? — Ela sorriu. — Não precisava me chamar aqui para dizer, eu sempre soube que seria do Edward. — Ela encarou Esme — As mentiras que andaram inventando contra minha filha, não adiantou de nada. Ali está a prova. A menina é uma Cullen!

— Ai é que você se engana Carmen. — Disse Esme ficando em pé. — A menina não é de nenhum de meus filhos. — Carmen olhou a Alice e Esme se adiantou a dizer. — E nem de meu genro.

Ela ficou pálida, e arregalou os olhos.

— Então é daquele rapaz que foi visitar a Tanya?

— Também não, e nem do irmão dele, nenhum dos cinco é o pai de sua neta.

— Isso é mentira! — Ela gritou. — Deixe-me ver esse resultado!

Peguei os resultados sobre a mesa e lhe entreguei. Ela ficou um tempo calada olhando cada um deles.

— Mais como é possível...

— Tanya nunca lhe falou nada sobre o pai da criança? — Perguntei.

— Ela sempre afirmou que era Edward.

— Mais ela mentiu. — Disse Alice.

— E se esses exames estiverem errados? — Questionou ela.

— Não há a mínima possibilidade disso, nosso laboratório e totalmente seguro. — A encarei. — Mas se quiser pode ir adiante com isso.

— O que você quer dizer?

— Se não confia em nosso resultado, entre na justiça com investigação de paternidade.

Ela deixou seu corpo cai em uma das poltronas.

— Esse resultado é mesmo confiável? — Ela perguntou com a voz baixa.

— Sim.

— Mas ela sempre disse que seria uma Cullen...

— Mas não é. — Disse Esme. — E aquela menina só tem a vocês Carmen, não podem continuar sendo omissa em relação a ela.

Ela ficou em pé.

— Estou com uma filha morrendo na UTI, não posso ficar tanto tempo afastada.

— E sua neta? — Perguntou Esme. — É uma parte de sua filha uma lembrança dela se a Tanya...

Ela encarou Esme.

— Se minha filha morrer, nada mais faz sentido.

— Mas...

— A menina será dada a adoção. Eu e Eleazar já nos decidimos.

— Não! — Gritou Alice. — É só uma criança.

— Isso mesmo. — Ela estreitou o olhar par Alice. — E só uma criança, pode encontrar outro lar.

— Mas ela tem problemas... Ninguém vai querer adotá-la. — Disse Alice. — Ela é seu sangue, sua neta e você não vai ficar com ela?

— Não! — Ela respondeu e caminhou para a porta, parando alguns minutos antes de abri-la. — Só não a entreguei ainda por que tenho esperanças que minha filha acorde, para que ela decida o que fazer, mas se ela não sobreviver... Minha decisão já está tomada. — Falou friamente suas ultimas palavras e saiu da sala, deixando todos atônitos com sua decisão.

— Carl, o que podemos fazer? — questionou Esme. — Ela não se importa com a neta.

— Ela não pode abandoná-la assim. — Disse Alice. — Temos que fazer alguma coisa.

— Vamos manter a calma, enquanto ela estiver aqui continuaremos fazendo o que estiver ao nosso alcance.

— Mas ela vai entregar a menina para adoção. — Disse Esme.

— Talvez seja melhor para a menina. — Olhei os rostos aflitos que me encaravam. — Qualquer outro lar será melhor para ela, onde tenha amor, carinho atenção, pessoas que se preocupem com ela, que possam cuidar dela como ela vai precisar...

— Ô Deus! Que assim seja. — Disse Alice.



Fim Por Carlisle




Continua...




2 comentários:

Joelma Pacheco disse...

Q pena essa pobre criança a Alice podia ficar c ela

Jannáyra Menezes disse...

Coitadinha da.bebe. acho que a alice vai adotar ela!

Postar um comentário

Deixe aqui o seu comentário sobre o post: