FANFIC - NÃO É MAIS UM ROMANCE LITERÁRIO - CAPÍTULO 27

Olá Amores!!! Hoje vamos curtir o 27º capítulo de "Não É Mais Um Romance Literário". Quer acompanhar a história desde o início? Clique aqui.


Isabella Swan têm a sua vida transformada após conhecer o enigmático romancista Edward Cullen. O que acontecerá com a estudante ao se envolver com alguém tão misterioso?


Autora : Jacqueline Sampaio
Classificação: +18
Gêneros: Romance
Avisos: Sexo



Capítulo 27


–Edward? –Retira o cigarro da boca respondendo ao meu chamado com um meio sorriso.

–Bella.

–SEU IDIOTA MEUS PAIS...
–Eles não estão aqui. Já é tarde. Devem estar no trabalho.

–O que veio fazer aqui Edward? Não é de o seu feitio me visitar pela manhã.

–E por que não poderia? –Falou com um tom que me soou ameaçador. Aproximou-se a centímetros de meu rosto.

–Ora por que alguém pode vê-lo!

–Quem? Seu priminho, Jacob? –Gelei.

–Do que está falando?

–Dormiu fora, Bella? –Senti a zombaria em seu rosto.

–Sim. Jacob passou mal e pediu para que fosse ao seu apartamento ajudá-lo e foi isso o que fiz. Como soube que fui para lá?

–Liguei para o seu celular, mas alguém o desligou. Liguei para sua casa fingindo ser um colega de classe para sua mãe. Ela me contou que havia saído para o apartamento dele. Por que desligou seu celular? Não queria que eu atrapalhasse seus momentos a sós com ele? –Me enfureci de imediato com as palavras proferidas por ele.

–Que tipo de insinuação está fazendo, Edward? Não aconteceu nada! Ele passou mal e...

–Poupe suas palavras. Acha que me importo se algo acontecer entre vocês dois? Eu não ligo! Seria até bom assim eu me livraria mais fácil do meu brinquedinho! –Apenas um som, o som do tapa que dei na face de porcelana de Edward. Ele olhou-me aturdido. Meus olhos agora transbordavam em lágrimas.

–CLARO QUE VOCÊ NÃO LIGA! VOCÊ NUNCA LIGOU PRA MIM! EU SEMPRE FUI UM BRINQUEDO, APENAS ISSO. POR ISSO FICOU CALADO QUANDO MINHA MÃE PERGUNTOU SE AMAVA A SUA NAMORADA ONTEM A NOITE. VOCÊ NUNCA SENTIU NADA ALÉM DE DESEJO! –Eu tremia violentamente e não permaneci para verificar sua reação diante de minha reação explosiva. Estava tão atordoada que não corri para casa como deveria fazer. Ao invés disso, invadi o gramado do vizinho e sai desembestada pelas ruas.

Estava a algumas quadras de minha casa, o tempo ameaçava chuva, não liguei. As lágrimas vieram enquanto corria e, mesmo depois de ter passado alguns minutos desde que me encontrei com Edward, as lágrimas ainda caiam. E eu permaneci naquele tempo frio, sentada em um mural por alguns minutos. Parece que todas as lágrimas que havia negligenciado teimavam em cair agora. Precisei de mais tempo para me recompor do que previa. Duas horas se passaram desde então. Voltei para casa, meus pais trabalhando.‘Ótimo, assim não tenho que fingir que estou bem.’ A casa escura. Liguei os interruptores um a um até chegar ao meu quarto. Não me dei o trabalho de ligar as luzes de lá, eu só queria me deitar na cama em meio à escuridão e chorar. O problema é que ao deitar, senti que não estava deitando em meu colchão. Toquei no que havia abaixo de mim e notei o quão musculoso era o local onde tocava. Ouvi a voz sussurrar.

–Se continuar com isso, não conseguirei me controlar! –E vi então um rapaz deitado na cama.

–AHHHHHHHHHHHHHHHHHH! –Cai no chão e com rapidez peguei a cadeira de minha escrivaninha. Atordoada, eu ataquei o desconhecido e tive a leve impressão de que este sussurrou meu nome enquanto caia no chão. Corri para o abajur e o acendi, ato que iluminou precariamente o ambiente. Eu vi Edward Cullen no chão com um corte na testa por minha causa, mas não me movi para ajudá-lo. Eu apenas fiquei olhando para ele com indiferença. Edward acordou com os olhos crispados em um ou dois minutos e sentou-se.

–Essa doeu! –Ele olhou para mim. –O que deu em você?

–Edward Cullen... Se não sair AGORA da minha casa eu ligo para a polícia e o acuso de invasão de domicílio.

–Como se fosse fazer isso! –Ele zombou deitando em minha cama despreocupado.

–Tudo bem. –Falei serena discando os primeiros números. Edward pareceu em fim perceber que não se tratava de um blefe. Pegou-me com moderada força pelo pulso jogando-me contra o colchão. Seu corpo prendendo o meu.

–Então... –Ele disse aos sussurros, próximo aos meus lábios. –Acho que agora podemos conversar.

–Não temos nada para conversar.

–Temos sim Bella.

–Vá embora Edward. Você só me aborrece!

–Eu te aborreço? Quer mesmo que acredite nessa mentira? –Meu coração tripudiava a cada palavra. Seu hálito era perfumando deixando-me com água na boca para beijá-lo, mas me detive.

–Acredite no que você quiser Edward. Deixe-me em paz! Pare de me atrapalhar!

–Eu te atrapalho? Em que? Atrapalho você de ficar com seu priminho almofadinha?

–Talvez. –Dei um meio sorriso vitorioso ao ver a expressão mortífera de Edward.

–Mentira. –Ele disse com seu meio sorriso.

–Acredite no que quiser agora saia de cima de mim. Estou farta de voc...

–Desculpe.

–Que? –Perguntei. Edward, que estava deitado em cima de mim, sussurrou estas palavras ao meu ouvido. Claro que ouvi nitidamente, mas não conseguia acreditar. –O que disse, Edward?

–Pedi desculpas. Não sei o que deu em mim, mas não gostei dessa história de ficar com o priminho acamado.

–Ele é meu primo. Sou a única família que ele tem além dos meus pais. Eu sempre estarei disponível para ajudá-lo. Se você desse valor a sua família...

–Não comece, Bella. –Ele disse afastando-se de mim.

–Edward, o seu primo parece querer fazer as pazes. Nós conversamos e...

–Então eu estou perdoado?

–Perdoado? –O olhei.

–Por ter sido rude. –Ele disse com um meio sorriso.

–Não sei. O que você disse me magoou. Você insinuou que eu era qualquer.

–É de ser aceitável meu comportamento. Afinal eu estava com cium...

–Com o que Edward? –Ele parou.

–Nada. Melhor eu ir. Há propósito, seu tempo está acabando. Apresse-se para ir a Camp. –Ele se levantou.

–Edward, eu...

–Ah é mesmo! –Ele virou e pegou-me fortemente beijando-me com vigor. –Afastou-se. –Boa noite. –E então seguia para a janela, mas parou.

–O que foi? –Perguntei.

–Terei que ficar aqui até a chuva passar.

–Chuva? –Caminhei para a janela, para só agora perceber que chovia. –Então... Quer comer alguma coisa?

Não conseguia me concentrar na cozinha. Os olhos de Edward seguiam-me.

–Gosta de macarronada? –Perguntei.

–Gosto. É isso o que está preparando para mim, Bella?

–Sim. –Sorri.

–Não parece. Que gororoba é essa? –Ele disse olhando agora para a panela, nem vi quando se aproximou.

–Se continuar criticando minha comida vai morrer, Edward Cullen! –Apontei a faca de cozinha ameaçadoramente para ele.

–Tudo bem. Acalme-se. –Ele voltou a se sentar na bancada.

–Edward?

–Hum...

–Você ficou com ciúmes do Jacob? –Sim, eu queria satisfazer minha curiosidade, mesmo sabendo que a resposta poderia não me agradar. Edward ficou silencioso, pegou um maço de cigarros na sobrecasaca. –NEM PENSAR! NÃO PODE FUMAR AQUI! Meus pais podem perceber algo.

–Eu posso até responder sua pergunta Bella, mas antes terá que responder a uma pergunta minha.

–Qual?

–Por que não quer dizer a seus pais que estamos juntos? –Fiquei calada, mas apenas para não responder novamente o ataquei com uma pergunta.

–Por que não respondeu a pergunta da minha mãe quando ela perguntou se você amava sua namorada?

–Por que você desligou o telefone enquanto estava na casa do seu primo? –Ele disparou.

–Eu não desliguei nada, nem ao menos ouvi o celular tocar.

–Se não foi você foi alguém.

–Só estava eu e Jacob lá.

–Então foi seu primo.

–Edward, Jacob não faria isso.

–Conhece pouco os homens, Bella.

–Edward, vamos acabar discutindo. E você não respondeu minha pergunta. Por que você não respondeu a pergunta da minha mãe? –Ele se calou.

–Responda a minha pergunta Bella. Por que não quer contar a seus pais? Eu sou bizarro demais para a filhinha puritana deles? –O sarcasmo pairando em sua voz.

–Edward eu não sei como eles reagiriam. Eu tenho medo de descobrir, não estou preparada ainda. –Falei timidamente esperando que satisfizesse sua curiosidade. –Então... Quando a minha pergunta... –Edward levantou-se.

–Está tarde. Preciso ir.

–HEI EDWARD! RESPONDA A MINHA PERGUNTA! –Fui até a porta para puxá-lo, mas me surpreendi. Meu pai agora estacionava seu carro na garagem. Congelei.

–Meu Deus... –Sussurrei. O desespero atingindo níveis catastróficos. Meus pais chegaram em casa e Edward estava lá.




Continua...


2 comentários:

tete disse...

nossa esses dois sao muito orgulhosos eles se amam e nao admite amei o capitulo espero anciosa por mais beijos e uma otima noite

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