FANFIC - NA ESCURIDÃO - CAPÍTULO 21

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Foi uma noite intensa. Precisa de um alívio... precisava fugir da dor. Aqueles olhos em mim.. seu corpo junto ao meu. Tudo isso dissipou minha dor, me deu um calmante natural. Mas não queria me envolver, não queria mais ninguém. Até ver a merda daquele exame me dizendo que a noite não tinha acabado. Eu não sabia nem o nome dele. Que merda!


Autora : Isabella Cullen
Classificação: +18
Gêneros: Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez.




Capítulo 21 Medo



– Ele quer um encontro com você Bella. – disse Irina, sua voz era muito nervosa.

– Ele te ameaçou?

– Meu marido está apavorado Bella.
– Vou resolver isso. – disse olhando o escritório do castelo. – Preciso ver Henrique. Ele cuidará de certas papeladas para mim.

– Henrique fez o testamento de seu pai Bella o que quer com ele?

– Ele é um bom advogado. Vai saber o que quero e como fazer.

– Não faça isso Bella, eu conheço esse tom... essa voz...

– Não enche Irina quer continuar com a merda da arma na cabeça? Ou ver a porra do sangue de seu marido espalhado pelo chão de sua casa? Ligue para ele e diga que quero um duzentos e vinte cinco.

– O que é isso?

– Ele vai saber e isso que importa.

– QUE PORRA É ESSA?

–NÃO TE INTERESSA!

E desliguei. Ela iria ligar eu tinha certeza e faltava pouco agora.Muito pouco, o bebê ia nascer, toquei a barriga imensa e respirei. O telefone tocou e atendi.

– Isabella Swam.. Cullen agora não é? – era ele.

– Isso mesmo.

– Tem os papéis?

– Claro, mas preciso do nome dele.

– Anthony Cullen.

– Bonito nome. O resto para o pai, Edward Cullen.

– Tem certeza minha querida?

– Sim.

E desliguei, se eu morresse eles estariam seguros. Eu estaria cumprindo pelo menos essa parte.



Os dias se passaram rápido e era complicado fingir para Edward que estava tudo bem, que nada mudou. Quando voltamos ficou mais fácil, ele tinha plantões e eu trabalhava na administração. Jane sentia minha tensão, mas com oito meses a desculpa do parto era muito boa e eu sabia que meu menino não teria a mim depois. Eu precisava me afastar deles, deixá-los com suas cercas brancas e flores no quintal. Nesse ponto eu fiquei feliz por ser menino, Edward seria um ótimo pai e ele se espelharia nele em tudo. E não tinha nada a oferecer a eles, alem de destruição e ameaças. Se eu me afastasse eles estariam longe disso.

– Você está estranha a semanas... – ele disse dentro do carro.

– Tenho medo Edward.

– Da trégua?

– Não, do bebê.

– Minha mãe já marcou o parto Bella. Ela disse que está tudo bem, não confia nela?

– Claro que confio, mas imprevisto acontecessem e preciso que me prometa que vai cuida dele.

Senti ele segurar o volante com mais força, abaixei a cabeça e toquei na barriga. As lágrimas desceram e ele encostou o carro.

– Prometa que nunca mais vai falar uma coisa dessa.

– Edward...

– Prometa Bella.

– Prometo.

E o carro voltou a andar. E novas lembranças me assolaram.



– Não te esperava aqui minha querida. – eu tio na sua sala ficou mesmo surpreso quando me viu.

– Quero propor um negócio, algo um tanto menos lucrativo, mas que vai deixar para Anthony algo de bom.

–Não falou minha língua querida.

– Quer que eu exploda essa merda toda? Então ouça minhas modificações e marque um encontro com os árabes.

– Grávida?

– Meu filho nasce em alguns dias, posso vê-los alguns dias depois.

– Dias? Isabella...

– Não quero sua opinião sobre minha vida e como faço as coisas. Eu quero uma reunião com eles.

E me virei indo embora.

– Você acordou para a verdade não foi?

– Qual verdade? – eu disse ainda de costas.

– Que não serve para aquela vida.

E lágrimas caíram sobre meu rosto. Eu não servia. Eu sabia. Uma vez meu pai me disse que tudo o que tocasse viraria pó no instante em que eu me apegasse. Fazia sentido agora.



Baseado nesse acordo eu não aguentava mais esperar para Anthony nascer. E foi num dia em que estava me arrumando para ir para o trabalho ou me despedir dele que a bolsa estourou.

– Edward! – eu gritei e senti a dor aguda nas costa. – Ah!

– Bella o que...

Eu estava na cama me apoiando e ele veio me amparar e viu a água no chão.

– Vou ligar para minha mãe Bella, você não completou nem nove meses.

Foi tudo rápido demais, eu estava no carro sentindo dores horríveis enquanto Edward fala com Deus e o mundo no viva-voz do carro e eu tentava não gritar quando vinham contrações. Meu filho ia nascer, meu menino. Eu queria que ele se parecesse com Edward, que fosse todo ele. Assim ninguém sentiria minha falta. Olhei a aliança no meu dedo e lembrei de quando Edward a pôs no meu dedo e chorei.

– Bella vai ficar tudo bem... isso é comum...

– Tudo bem... cuide dele... só... cuide dele tudo bem?

– VOCÊ NÃO VAI MORRER PORRA! PÁRA COM ISSO!

E tive um crise de choro até chegar no hospital. Esme estava na porta e aparentemente veio de casa. Ela viu o estado em que estava,

– Querida seu filho chegou aqui, agora é comigo....

– ELA ESTÁ FALANDO MERDA A DIAS!

–Se acalme Edward, isso não ajuda!

E depois de me acomodarem num quarto e Esme e examinar eles acharam melhor uma cesária. Anthony se enrolou no cordão na última hora e ela não queria arriscar.

– Esme quero te pedir um favor. – olhei para a porta, Edward iria entrar a qualquer hora.

– Sim querida.

– Não me amostre o bebê.

Ela arregalou os olhos e vi seu pavor com a frase.

– Bella... olha...

– Depois, depois eu vejo. Na hora não.

– Tem certeza?

– Absoluta. – se eu o visse não teria forças. E eu precisava. – Peça para John entrar, preciso dar algumas instruções.

E ele entrou assim que Esme saiu.

– Prepare o carro, assim que acabar eu vou embora.

John tinha um olhar triste. Eu também.

– A proteção deles está assegurada?

– Sim, infiltramos pessoas aqui desde o mês passado. E na casa deles também.

– ótimo, assegure que quem vai cuidar de Anthony seja um dos seus.

– Será. Tem certeza?

– Prepare o jato, deixe ele ligado e avise meu tio que estamos de partida.

– Sim. Mais alguma coisa?

– Não.

Podia ser a maior merda da minha vida, mas seria a maior merda por um motivo justo.Não havia lugar dentro da escuridão que era a minha vida e meus negócios para eles, eles deveriam ser felizes e ficar bem longe de tudo que me rodeava. Eu precisava garantir isso.




Continua..


2 comentários:

Jannáyra Menezes disse...

Nossa estou de coraçao partido!

Bells disse...

Q tristee...apesar de ser... sei la qts vezs ja li o Fic inteiro...sempre me emociona esses capítulos finais... :(
E olha eu aqui de novo lendo novamente e chorando...
Mto bom mesmo!

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