FANFIC - NA ESCRURIDÃO - CAPÍTULO 6

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Foi uma noite intensa. Precisa de um alívio... precisava fugir da dor. Aqueles olhos em mim.. seu corpo junto ao meu. Tudo isso dissipou minha dor, me deu um calmante natural. Mas não queria me envolver, não queria mais ninguém. Até ver a merda daquele exame me dizendo que a noite não tinha acabado. Eu não sabia nem o nome dele. Que merda!


Autora : Isabella Cullen
Classificação: +18
Gêneros: Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez.




Capítulo 6 Suas mil personalidades I



EDWARD


Era muita coisa para ser absorvida em pouco tempo. Ela bebe, fuma, usou drogas, teve relações sexuais com mais ou menos todo mundo, faz terapia, tem sérios problemas emocionais, é super rica e está sendo ameaça de morte. Minha cabeça começou a doer quando fiz essa lista interminável que não incluiu muitas coisas como seu gênio forte e algumas maluquices que só descobriria com o tempo. A psicóloga dela era boa, tinha que admitir que precisávamos de ajuda. Acho que ela só cedeu muitas coisas porque não queria realmente discutir. Ela é linda, se ficasse um pouco menos chateada por tudo ela ia ser perfeita. Bella tinha que ver a mulher linda que era antes que se destruísse ela estava se jogando de um penhasco e não estava nem vendo. Ou via e a sua intenção era exatamente essa, se destruir. Mas por quê? Jovem, rica, bonita, inteligente... Alice me contou que suas notas mesmo com toda a farra ainda conseguiam ser as melhores da turma. Como uma bêbada faz prova não sei, mas ela fazia e se dava bem. Aquela noite foi um rompante, nunca fiz nada parecido, mas seu corpo me chamava desesperadamente e foi o sexo mais selvagem que eu já tive.
Antes de dormi passei no seu quarto e a vi deitada só com uma blusa e calcinha, ela era muito gostosa e seu corpo pedia o meu, eu sabia que por trás daquela atitude louca havia alguém especial, alguém que podia ser minha. É claro que não estava no programa o nosso filho, mas seria bem vindo. Deitei pensando nela, um passo de cada vez e talvez eu conseguisse chegar no seu coração.

Acordei e fui até a cozinha, uma senhora estava preparando o café e eu gentilmente me aproximei e a cumprimentei.

– Bom dia Sr. Cullen, o que deseja para o café?

– Ovos, bacon e suco. – ela se pôs a fazê-lo e eu estranhei Isabella não ter acordado. – Bella já acordou?

– Não, ela só vai acordar mais tarde.

Eram oito horas, que horas fomos dormir mesmo? Tarde, eu com certeza fui dormir tarde. Assim, que meu café foi servido Josh entrou, sem bater, e veio na minha direção. Seu terno preto e sua pose de segurança intimidavam.

– Bom dia Sr. Cullen, Isabella me informou ontem que o senhor vai morar aqui.

– Isso. – estava me servindo do suco de laranja quando ele se snetou do meu Aldo.

– O senhor precisa me dar as Chávez do seu carro para mim fazer a cópia de segurança e também me informar seus horários.

– Como assim? Vocês não são pagos para protegê-la? O que tenho haver com isso?

– É importante que agora que estão juntos de uma certa forma eu tenha certo controle sobre a sua vida também, para atingi-la podem querer algum mal ao senhor e eu não seria capaz de me perdoar por tal falha.

– A quantos anos faz a segurança dela.

– A mais de quinze anos.

– Conheceu o pai dela?

– E a mãe.

– O que aconteceu?

Ele ficou sério, mais sério do que já estava.

– Não estou autorizado a falar sobre isso. – ele vasculha o bolso do terno e tira um aparelho semelhante a um tablet. – Pode repetir as seguintes frases para mim por favor. – Ele põe o aparelho na minha frente e tem várias frases escritas na tela.

– O que é isso?

– A casa possui um sistema de voz, é para ela reconhecer a sua. Não quer ficar preso aqui não é?

– E as chaves?

– Codificadas, a senha altera todo dia e o senhor recebe elas no Blackberry. – ele tira mais uma outra coisa do outro bolso e me entrega.

– Isso é o que?

– O seu blackberry, as chamadas já estão desviadas.

– Sabe o número do meu celular?

– Sim. Foi preciso.

Eu estava na merda de um filme de espionagem. Disse as frases, contei um pouco da minha vida e rotina,falei as frases, ele só me olhou e depois saiu me desejando um bom dia. A chave ele disse que pegaria mais tarde. Isabella levantou com a mesma roupa que dormiu e eu fiquei duro, ela não deu a mínima para minha presença ali e foi direto para a cozinha.

– Bom dia Valéria. – Bella deu um beijo na bochecha dela. – O cheiro está bom, o que está fazendo?

– Só o café.

Ela olhou para mim.

– Bom dia.

– Bom dia. – respondi.

– Josh já falou com você – ela olhou o aparelho do meu Aldo.

– Sim.

Ela se aproximou de mim e sentou do meu lado.

– Alguma dúvida? – Valéria colocou um suco e ovos com bacon para ela tambem

– Sistema de som.

Ela sorriu.

– É maneira olha. CLÁSSICA BACH.

E de repente a sala se encheu daquele som.

– Fim.

E a música parou.

– E para que eu preciso saber disso?

– Porta travada.

E ouvimos o barulho da porta fechar.

– PORTA ABRIR. JANELA FECHADA.

E tudo se fez e me senti na merda do filme de novo.

– O som foi ideia minha o resto é coisa do Josh.

E ali na minha frente estava uma Bella diferente, comendo tranquilamente e distraída com as mensagens do seu celular.

– Acho que se a bateria disso acabar de novo Josh tem um filho.

– Ele é muito preocupado.

– É.

Valéria se aproxima da mesa.

– Já comprei os itens da lista senhora.

– Ótimo, olha a sobremesa eu que faço sim?

– Sim, como quer a mesa?

– Simples, já pedi a Josh para providenciar orquídeas brancas. E um vaso novo. Coloque algumas no centro da mesa com a toalha de linho bege e outras pela sala. Só orquídeas sim?

– Sim senhora. A prataria?

– A porcelana branca, com talheres pratas. Aqueles comuns.

Eu estava embabacado com aquela pessoa na minha frente, não era Bella.

– Edward alguém tem alergia a amendoim ou castanhas?

– Não.

– Quantos vão vir?

– Hum...

– Valéria providencia para vinte, o idiota não sabe quantas pessoas tem na família dele.

Valéria somente assentiu e voltou para cozinha.

– Quem é você? – Perguntei olhando naqueles olhos castanhos.

– Não começa, só porque faço besteira não quer dizer que não sei receber pessoas na minha casa. Não sou deselegante. E outra, quer que eu cancele essa palhaçada?

– Não.

– Então guarde sua ironia dentro da boca.

Bella terminou o café e foi para o escritório. Fui avisar ela que sairia e ouvi uma conversa dela com Irina, estava no viva-voz.

– NÃO SEI O QUE FAZER MERDA IRINA!

– Respira e faça o que for preciso.

– Não sei lidar com família!

– Está indo bem... providenciou comida...

– Eu quero beber e fumar! PORRA QUE MERDA! NÃO POSSO ENFRENTAR ISSO ALCOOLIZADA. QUERO MATAR ALGUÉM!

– Respira fundo e aceita a realidade.

– Se ficar com essas merdas para cima de mim eu saio da terapia.

– Escolha sua Isabella.

– Como eu devo me comportar? Me dá uma luz!

– Por que está nervosa? Não liga para isso o que está acontecendo?

– PORRA MINHA CASA VAI FICAR CHEIA DE GENTE!

– Na sua casa se bem me lembro teve duzentas pessoas outro dia e todas foram recebidas por você.

– Não percebe? Para aquelas pessoas se tiver bebida, musica alta e um pouco de comida a festa é boa; VOU RECEBER OS PAIS DELE.

– E como estão os preparativos?

– Devo vestir o que?

– Sei lá Isabella.

– Se ligar para Alice ela vai ficar de frescura e eu não quero isso. Minha cabeça já doendo.

– Desde quando? Dormiu bem? Os pesadelos voltaram?

– Seja uma mulher normal e me responda! VESTIR O QUE?

– Vestido e salto pequeno. Te algum no armário?

– Sim... Alice me deu algo assim outro dia... nada de calça jeans..

– Isabella pense no porque isso é importante e como está s sentindo. Vou desligar, meu marido acabou de chegar e ele não gosta que eu atenda pelo telefone.

– Bom sábado então.

Antes que ele percebesse eu sai e fui pegar minhas roupas e comecei a arrumá-las e ela apareceu encostada na porta de braços cruzados.

– Nunca morei com nenhum homem. – Ela disse reflexiva.

– E seu pai.

– Nunca morei com ele. – a frase saiu dolorosa demais. Uma expressão de dor acompanhou ela.

– Então será uma experiência inédita?

– Já morou com alguém?

– Um ano com uma namorada na faculdade, comprei um apartamento e vivemos lá por um tempo.

Bella fez um careta.

– Ela era bonita?

– Tânia era legal.

– Se era legal por que terminou?

– Ela não quis mais, eu queria algo mais sério e ela não.

– Via ser estranho ter você aqui tudo bem? Tenha calma.

Era uma outra face dela, seria a falta de bebida?

– Seus pais devem estar chegando vou me arrumar. Até.

E ela saiu me deixando com cara de besta, Bella poderia ser uma pessoa desagradável e agradável ao mesmo tempo. Também me arrumei antes que eles chegassem e quando sai do quarto vi cortinas diferentes na sala, de um pano mais leve que flutuava com o vento, a mesa estava com a toalha e suas flores, a sala também tinha flores em vasos menores. Tudo lindo e Valéria estava com um uniforme vermelho e branco. Bella saiu do quarto com um vestido azul e cabelos soltos, brincos de brilhantes discretos e sapatos baixo, parecia uma sapatilha. A ideia do salto não me agradou, ela tinha semanas de gravidez.

– Linda – e o surpreendente aconteceu. Bella corou. Como aquilo poderia fazer ela corar? E eu soube que ainda havia muito a conhecer.





Continua...




5 comentários:

Jannáyra Menezes disse...

Oooh que fofo..ja amo essa fic... me parece que ainda terao muitas surpresas

tete disse...

capitulo lindo amei beijos

Yasmim Oliveiradesouza disse...

Lindo.....mas eu quero mais..kkkkk

LAV RIBEIRO disse...

surpeendente

Bells disse...

Lindoo

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