FANFIC - NA ESCRURIDÃO - CAPÍTULO 5

Olá Amores!!! Hoje vamos curtir o 5° capítulo de "Na Escuridão". Quer acompanhar a história desde o início? Clique aqui.


Foi uma noite intensa. Precisa de um alívio... precisava fugir da dor. Aqueles olhos em mim.. seu corpo junto ao meu. Tudo isso dissipou minha dor, me deu um calmante natural. Mas não queria me envolver, não queria mais ninguém. Até ver a merda daquele exame me dizendo que a noite não tinha acabado. Eu não sabia nem o nome dele. Que merda!


Autora : Isabella Cullen
Classificação: +18
Gêneros: Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez.



Capítulo 5 - Terapia de casal


Fiquei ali olhando para ele por um tempo. Seus olhos verdes me sondando. Aquilo me deixou desconfortável. Josh abriu a porta, ele se assustou com Edward e me olhou, eu acenei como quem diz está tudo bem e ele saiu.

– Quem é?

– Chefe da minha equipe de segurança. – disse comendo.

– Para que isso?

– Tenho tido algumas ameaças de morte.

– Como assim?! – ele se levantou.

– Edward, olha, eles são muito bons no que fazem.

– VOCÊ TEM PROBLEMA? QUER MORRER? BEBE, FUMA, SAI COM ESTRANHOS E RECEBE AMEAÇAS DE MORTE E ME CONTA ASSIM NA CARA LIMPA?

– Se esse grito todo for pelo seu filho não se preocupe. Eles são bons.

– Eu não vi nenhum deles hoje, como assim eles são muito bons?

– Se eles aparecerem de terno e gravata perto de mim atiro na perna deles na hora, eles são pagos para serem invisíveis.

– Você sabe atirar?

– Sou dona da maior indústria de arma bélicas. Claro que sei atirar seu retardado.

Aquilo deixou ele meio tonto, não deveria ter falado nada.

– Mas você...

– Não me interesso por aquilo, é muita merda para pouca pessoa.

– Hum.. – ele fez uma careta. Me avaliando? Homem dos infernos. – Ele tem sua chave ou todos têm?

– Todos eles tem uma cópia de segurança, é uma equipe que trabalha comigo a muitos anos. Confio em todos.

– Todos?

– Vinte.

– Por que não vi nenhum?

– Invisíveis. São pagos para não encher a merda do meu saco.

– E quando estávamos...

– Eles me dão um pouco de privacidade, mas se a coisa não vai muito bem eles intervem.

– Já passou por alguma situação dessas? – ele perguntou com nojo. A comida não ia descer com essa conversa. Fui salva pela campainha.

– Quem sabe que você já se mudou?

– Pelo jeito todo mundo! – Irritada fui para porta e quando abri dei de cara com a última pessoa que queria ver na face da terra.

– Boa noite Isabella. – disse Irina calmamente. – Posso entrar?

– Olha...

– Preciso entrar e conversar, sem desculpas. – aquilo não era bom.

– Entra.

Ela entrou elegante no seu vestido preto básico com sobretudo vermelho e saltos Chanel. Tinha que ser Chanel. Edward olhou para ela admirado com sua beleza. Me incomodei com aquilo.

– Bom, já entrou. Não vou oferecer bebida porque você não bebe então vamos lá. – disse sem humor ainda vendo Edward olhar para ela.Ela ficou me olhando esperando eu apresentá-la.

– Edward essa é Irina minha ex-psicóloga. – ela me olhou rindo.

– Não lembro de termos terminado Isabella.

– Assim que bateu na minha porta acabou.

– Eu vim porque Alice me ligou e pediu para te ajudar com a situação. – ela olhou discretamente para Edward e depois para minha barriga.

– Não tem situação. – cruzei os braços.

– Vai começar negando? – Vi Edward sorrir pelo canto do olho. – Bom, vamos sentar e conversar.

– Não.

– Sim. – disse Edward.

– Não se mete!

– Edward, a quanto tempo conhece Isabella? – ela foi andando e se sentou numa cadeira perto dos sofás.

– A algumas horas.

– Como se sente na presença dela?

– Nervoso, ela é muito maluca.

– E você Isabella? – ela se virou para mim.

– Vão a merda... isso é que terapia de casal?

– Bom, vocês tem algo em comum. É bom falar disso agora não acham?

– NÃO SOMOS UM CASAL!

–Eu não falei que eram. Por que está nervosa? – ela conseguia me tirar do serio. Mulher dos infernos.

– Gravidez, desconhecido no meu sofá... ameaças de morte... quer mais alguma coisa?

– Não. É muita coisa mesmo. Está tomando os calmantes?

– Você toma remédio e bebe? – Edward me olhou irritado.

– Parei a mais de um mês! – ele realmente não precisava saber daquilo.

– Hum.. isso explica seu nervosismo mais aguçado.

– vai ficar contando minha vida para ele?

– Ele é o pai?

– Sim.

– Ele precisa saber que você parou e que poderia ter reações.

– Que reações?O que ela tomava?

– Bom, são três semanas, as principais já se dissiparam. – ela me analisou.

– Bom... e o que vem agora?

– Queria que vocês chegassem a um acordo bom para ambas as partes. O que acham?

– Isabella sente aqui e pare de agir como uma menina irritada!- Edward mandou e tenho que confessar, gostei. Bati o pé e fui para o lado dele.

– Ótimo. – Irina continha uma riso - O que vocês tinham pensado?

– Não ter o bebê. – eu disse.

– Ter o bebê e ela ir embora.

– São planos muito diferentes e eu proponho um exercício, sim? – ela sorria maliciosamente. Vinha merda por aí... Ela vasculhou a bolsa e tirou duas canetas e dois pedaços de papel. – Escrevam aqui como querem ou esperam que sejam os próximos nove meses e vamos chegar a um ponto agradável, sim?

Ela nos entregou o papel e tive que participar, olhei para Edward e pensei que aquele papel ia ser pouco para suas exigências. Ele estava concentrado e anotei algumas coisas, já que íamos ter a criança a mãe tem que opinar.Acabamos e Irina recolheu os papéis e examinou.

– Temos muita coisa a discutir. Por exemplo: ela quer morar sozinha e você propõe compartilhar esse apartamento – Edward assentiu. – Bom,eu concordo, é mais sensato.

– Não vou morar com ele.

– É melhor... caso você precise Bella! – ele disse.

– Você deve estar adorando isso não? Sempre dizendo que preciso me envolver... ter algo mais sério como uma relação monogâmica ou algo assim... – Irina sorria um pouco.

– Acho que você se forçou a isso Isabella, mas vamos tentar tirar proveito, tudo bem? – a voz calma dela estava me irritando.

– Moramos aqui ou no meu?

– Aqui, para morar no seu os seguranças demorariam mais de uma semana para preparar tudo.

– Outro ponto: O que vai fazer Isabella? Trabalho?

– Não trabalho, minha intenção era... – era beber e transar, fumar. Não ia falar isso.

– Edward propõe algumas horas de trabalho no hospital para você ocupar sua mente.

– QUE MERDA ISSO TEM A VER COM A GRAVIDEZ?

– Se ficar em casa vai fazer merda, já olhou o bar?

E nos viramos para meu maravilhoso bar. Ele tinha razão.

– Outro ponto. – eu disse.

– Nada de relações com outras pessoas. – Edward estava sério

– Próximo. – aquilo estava ficando absurdo.

– Edward, Isabella quer que a criança,mesmo que não fique com ela, tenha direitos no seu testamento. Isso o coloca como herdeiro de um império.

– Você está pensando nisso? – ele me olhou assustado.

– Se eu morrer ele precisa herdar meus bens, mesmo que seja ao seu lado. – abaixei a cabeça. Fiquei triste, meus pais.

– Bom, quanto a ficar ou não com quem vamos rever isso quando a gravidez estiver mais avançada sim?

– Como assim? – Edward perguntou. Ainda estava de cabeça baixa.

– Quando ela fizer oito meses voltamos a esse ponto, "guarda da criança", e vemos o que os dois querem. Oito meses é um tempo melhor para pensar do que dois dias não acham?

Tínhamos que concordar.

– Quero lembrar aos dois que isso não é um contrato, mas um compromisso que os dois estão assumindo para que tudo corra bem nesse período. Um precisa entender o outro, suas necessidades e dificuldades. Não nos forçamos na vida de ninguém Edward, nós batemos na porta e depois entramos educadamente e Isabella – ela fez uma pausa – Enfrente seus demônios.

Do jeito que chegou ela foi embora, Irina era irritante. Assim que ela saiu eu senti o peso emocional do dia, olhei para Edward... ele devia estar analisando a última frase de Irina, meus demônios. Tudo bem, vamos embarcar na loucura que era essa gravidez.

– Vou mostrar o apartamento quer?

Ele se levantou. E fui fazendo uma caminhada, biblioteca, sala de jantar, cozinha, bar, quarto de hóspede, quarto principal, escritório, cinema e um quarto vazio. Queria fazer algo especial ali, mas não tinha ideia do que. Deixei como uma teça em branco.

– Bonito, grande.

– Obrigada. Vou me deitar, nove meses vão passar lentos e temos tempo para conversarmos.

Lembrei de Josh.

– Edward, Josh vai precisar dar algumas informações para você amanhã. Vou avisar a ele que você está aqui. – lembrei de uma coisa. – Como vamos explicar isso para sua família? O que somos?

Ele sorriu torto e passou a mão nos cabelos, morri de vontade de beijá-lo.

– Isso quem escolhe é você Isabella.

Fui para meu quarto apavorada. O que foi isso? Falei que meu coração acelerou? Que minhas pernas ficaram fracas com aquilo? Eu podia ficar mais ferrada?











3 comentários:

Jannáyra Menezes disse...

Oooh my good adorei o cap!!!

tete disse...

nossa esta promete muitas emoçoes eles sao fofos demais beijos

Bells disse...

Owtt..^^

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