FANFIC - QUANDO MENOS SE ESPERA - EPÍLOGO

Olá Amores!!! Hoje vamos curtir o Epílogo de "Quando Menos Se Espera". Quer acompanhar a história desde o início?Clique aqui.


A fresta de luz que atravessou a escuridão não iluminava muito e não conseguia ver muito dele, e ele se escondeu mais nas sombras para evitar que eu o visse.


- O que faz aqui menina? ele rosnou e me encolhi, eu não devia ter subido.


- Eu sinto...

- Saia imediatamente. grunhiu, desesperada praticamente corri para fora da sala, mas em minha pressa tropecei em um tapete e antes que caísse no chão, braços fortes me rodearam e o calor do corpo alto e forte me envolveu completamente, arfei abrindo os olhos que nem notara que havia fechado e olhei para o meu salvador, não pude deixar de ofegar ao ver seus olhos de um ver profundo penetrantes me encarando.


- O obrigada... muito lentamente ele me ergueu me colocando em pé, mas suas mãos grandes ainda estavam sobre mim, exceto por seus olhos penetrantes, eu pouco via dele, ele se moveu para mais perto de mim. Ofeguei quando a luz que vinha da fresta da janela pegou do lado de seu rosto, uma fina cicatriz cruzava seu rosto, começando sobre a sobrancelha e indo por toda sua bochecha.


- Você não devia estar aqui.


Edward estava conformado com sua nova vida, uma vida de solidão, sem família, sem amigos, sem amor. Uma vida de clausura que ele impôs a si mesmo, se escondendo do mundo, se escondendo de si mesmo. Mas quando ele menos esperou ela surgiu em sua vida, trazendo tudo que ele achou que nunca mais teria. Pois é quando menos se espera que as coisas boas vem, basta esperar para ver.


Autora : Paula Halle
Classificação: +18
Gêneros: Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo




Epílogo



Alguns anos depois...


– Ah sim. – gemi agarrando a cabeceira da cama com força enquanto Edward empurrava seu pau profundamente em minha boceta, me montando com paixão. Ele rosnou deslizando as mãos por meu corpo indo até meus peitos e os segurando.


– Deus...


Seu pau continuou empurrando com força dentro de mim, me fodendo com cada vez mais rapidez, minha boceta se contraia a cada estocada.


– Edward... – arfei rebolando contra ele sentindo cada vez mais próxima do prazer.


– Porra... não grite.


– Não posso evitar. Você vai acordá-lo. – ele grunhiu apertando meus peitos me fazendo gemer mais.


– Ah, isso é bom.


– Adoro seus peitos grandes. – resmunguei em acordo quando ele segurou os mamilos rodeando entre os dedos.


– A maternidade faz isso com uma mulher.


– Podia fazer permanentemente. – murmurou pressionando seu peito sobre minhas costas empurrando seu pau mais fundo.


– Como silicone? – arfei quando ele largou um dos meus peitos e colocou a mão entre minhas pernas provocando meu clitóris.


– Sim, você fica uma delicia com peitos grandes. – ri rebolando com força, meu orgasmo cada vez mais próximo, e as mãos de Edward em mim me levando ao limite.


– Eu posso pensar nisso. – gemi apertando com mais força a cabeceira da cama, quando ele empurrou profundamente batendo seu pau naquele lugar que me fazia ver estrelas.


Mais algumas estocadas e eu vim com força, gritando através do clímax, minha boceta mastigando seu pau, ordenhando seu prazer, Edward gritou enterrando o rosto em meu pescoço para abafar os gemidos, minha boceta ainda pulsava dando pequenos choques.


Ouvimos um choramingo vindo do monitor do lado da cama e ambos resmungamos.


– Eu disse pra você não gritar. – Edward grunhiu se retirando de mim e correndo para o banheiro, para se livrar da camisinha.


– Da próxima vou morder um travesseiro, ou melhor, você. – Edward riu do banheiro, me levantei pegando minha calcinha no chão e a camisa de Edward e me vestindo apressadamente.


Não demorou ao choramingo virar choro alto, e corri para o quarto de frente para o nosso, entrei sorrindo ao ver meu menininho lindo chorando. Me apressei em pegá-lo no colo e o abracei contra meu peito.


– Oh meu amorzinho não chore. – fui até a cadeira de balando ao lado do berço e me sentei com o pequeno Charlie em meu colo.


Sim eu dei o nome do meu pai para aplacar sua fera, me processe. Mas é o mais acertado quando você engravida antes de casar.


– Hey ele está bem? – Edward entrou no quarto enquanto Charlie pegava o peito mamando furiosamente, me fazendo gemer.


– Devagar. Sim só com fome.


– E quando ele não está? – Edward sentou no chão ao meu lado observando nós dois. Sorri tocando a cicatriz no seu rosto e ele fechou os olhos sorrindo.


Era bom ver como ele não se incomodava mais com as cicatrizes, ele as aceitava agora, eram uma parte dele, parte de quem ele era, eu sempre o amei apesar delas, e era bom saber que ele se amava também.


A terapia realmente fez muito bem para ele. Ele ficou nela por alguns anos, mas já não precisava mais, Edward estava em paz consigo mesmo, e isso era muito bom.


– Há nossos pais ligaram hoje.


– É?


– Sim, vão vir almoçar no fim de semana.


– Isso é bom. Como eles estão?


– Tudo bem. Papai está ansioso para ver Charlie, mamãe ainda não superou termos mudado, e Carlisle e Esme querem paparicar nosso menininho lindo. – falei a ultima parte com voz de bebê, o fazendo rir.


– Renée vai superar nossa mudança, um dia. – ri, minha mãe não gostou quando nos mudamos para Palo Alto por causa da faculdade, já que era mais próximo e do trabalho de Edward também. Edward havia dado a antiga casa para meus pais de presente, ambos ficaram um pouco chocados, mas aceitaram no fim, depois de muitaaa insistência.


Mas depois que engravidei e um casamento as presas e como tive que trancar a faculdade por um tempo, ela esperava que voltássemos para casa deles, mas Edward e eu amávamos nossa casinha. Ela é grande, bonita e nossa, e queríamos criar nosso bebê aqui.


– Chamou Seth e Claire também? – Edward perguntou de repente me tirando dos meus pensamentos e sorri.


– Nem tinha pensado nisso. Obrigada por lembrar, eles ficariam chateados se não os chamasse, ainda mais que são padrinhos, Seth adora me lembrar disso a cada segundo falando dos direitos que um padrinho tem. Me diga de novo por que não demos o cargo para Jane?


– Por que ela é louca?


– Ah é foi por isso. – ele riu e Charlie finalmente largou o peito, o fiz arrotar e em o embalei esperando ele dormir novamente. Ele é tão lindo, pequeno, cheiroso, queria mordê-lo, mas Edward disse que não pode.


– Ele já dormiu?


– Já sim.


– Então o coloque no berço.


– Eu preciso? – olhei pra ele com um bico e ele riu se levantando e me dando um beijo.


– Sim amor. – ele o tirou dos meus braços e o levou ao berço o colocando com cuidado. Já queria pegá-lo novamente.


Edward se voltou pra mim e me pegou no colo, ofeguei agarrando seus ombros.


– Edward!


– Vamos para o quarto.


– Mas eu preciso ficar com ele.


– Amor à baba eletrônica vai ficar ligada se ele precisar de você, você ira ouvir.


– Ok. – Edward riu enquanto me levava pro quarto.


Charlie já estava com 5 meses, mas eu ainda me preocupava com cada ruidinho dele. Nos primeiros meses praticamente o fazia dormir na cama fazendo Edward dormir no chão, ele podia ir pro quarto de hospedes, mas ele preferia ficar conosco. E quando começamos a colocá-lo no berço, assim que Edward dormia eu ia para o quarto de Charlie e dormia na cadeira de balanço. Edward tinha que me buscar o tempo todo e me trazer de volta para cama. Agora tínhamos umas cinco babas eletrônicas espalhadas pela casa inteira, assim eu podia ouvi-lo quando não estava pertinho dele.


– Você precisa descansar.


– Eu estou bem. – ele me colocou na cama, dando um beijinho no meu nariz.


– Está exausta. Vou tirar uma folga na empresa, assim posso ficar com vocês.


– Não, você já ficou três meses fora para ficar conosco. Precisa ir trabalhar. – ele suspirou se deitando comigo e me puxando contra o seu peito.


– E que tal uma baba?


– Por quê? Eu estou aqui pra ele.


– Você não vai voltar a faculdade? Ou o trabalho na empresa? – mordi o lábio, eu amava a faculdade e amava trabalhar com Edward, mas eu não podia deixar Charlie sozinho com uma estranha.


– Eu...


– Sabe, não precisa ser um estranho.


– Não?


– Não. Sua mãe e Esme se matariam pra cuidar dele.


– Oh. – por que não pensei nelas. – Será que elas não se importariam?


– Eu duvido. Na verdade vai ter até briga pra ver quem vai cuidar dele. – ri, isso era verdade.


– Ok. Vamos falar com elas no fim de semana. Daqui há alguns meses começa o semestre e eu poderia voltar.


– Isso é bom. E você pode ir trabalhando enquanto isso.


– Mas já?


– Bella, amor. Meio período, assim Esme e Renée podem ir se acostumando a cuidar dele.


– Oh, ok. Isso é bom. – ele me apertou contra ele.


– Ele vai ficar bem. As avós amam ele tanto quanto nós.


– Eu sei, eu só...


– O que? – ele me virou para que ficássemos de frente um para o outro. – Fale comigo?


– Eu só não quero deixá-lo. E se ele achar que eu não o amo o suficiente e acabar como... – fechei a boca e Edward suspirou.


– Amor, nosso bebê não vai acabar como Jasper.


– Mas e se tivermos outro bebê e ele achar que eu não o amo?


– Não se preocupe, eu contarei pra ele o tanto que você o ama. E Jasper está melhorando, ele só precisava de comunicação, e sair do domínio de Alice. Infelizmente ele cometeu erros, e vai ficar um tempo preso. Mas ele entende os erros dele agora.


– Sim. A propósito nosso menino nunca vai namorar. – resmunguei o fazendo rir.


– Agora você quer que ele te odeie? – suspirei, criar um filho era muito complicado.


Eu vivia com medo de cometer erros como os que Esme e Carlisle cometeram, eram pequenas coisas, uma coisa a mais que deram a Edward e não a Jasper o fez se ressentir de seus pais.


– Vai tudo dar certo Bella. – ele beijou minha testa e assenti.


– Espero que sim. Que bom que está aqui pra ajudar.


– Não existe nenhum outro lugar que eu gostaria de estar. – sorri beijando sua boca, ele gemeu contra a minha me apertando entre seus braços. Quando nos afastamos deitei a cabeça em seu peito com um suspiro feliz.


– Então você quer mesmo que eu coloque silicone? – Edward riu me apertando contra seu peito.


– Bem não seria nada mal, você fica gostosa peituda. – ri beijando seu peito nu.


– Seu tarado.


– Só pra você.


– Bom mesmo. – suas mãos já passeavam por meu corpo entrando pela camisa e segurando meus seios.


– Quero você de novo. – Edward gemeu baixinho e suspirei;


– Ok, mas eu preciso de um travesseiro. Sabe que não sei ficar calada quando você me faz gozar. – ele riu.


– Você sempre pode me morder. Eu não me importo, uma cicatriz a mais ou a menos não faz diferença. – arquei uma sobrancelha e ele riu.


– Quer que eu te marque?


– Bella, Bella, se todas as minhas cicatrizes fosse feitas por você quando está no ápice da paixão só me fariam feliz. – rolei os olhos, mas sorri tocando a cicatriz em seu peito.


– Que bom que pensa assim, pois eu te deixarei todo arranhado e mordido. – ele riu alto e coloquei a mão sobre sua boca. – Edward!


– Desculpe. – sussurrou quando afastei a mão e me deu um beijinho.


– Acho melhor você começar a morder um travesseiro, você é muito escandaloso. – ele sorriu maliciosamente.


– Eu prefiro morder você. – murmurou antes de colar seus lábios nos meus me fazendo gemer.


Já começava a empurrar minha camisa quando ouvimos o choramingo novamente, empurrei Edward quase o derrubando da cama pra correr pro quarto de Charlie, Edward gemeu deitando na cama todo largado.


– Desculpe. – sussurrei o deixando no quarto e indo ver meu menino.


Depois de trocar sua fralda e o fazer dormir novamente voltei para o quarto, Edward estava deitado quietinho, com certeza dormindo. Com cuidado deitei ao seu lado, e suspirei quando fui puxada para seus braços.


– Demorou. – resmungou enterrando o rosto em meu peito me fazendo sorrir.


– Ele demorou a dormir.


– Agora ele está dormindo?


– Sim.


– Ótimo. – ele subiu sobre mim já tirando minha camisa.


– Sabe pra um cara velho, você tem muita disposição. – ele me olhou ofendido.


– Velho? – mordi o lábio para evitar rir, essa era outra das coisas que ele tinha aprendido a trabalhar na terapia, ele estava muito mais a vontade com a nossa diferença de idade, nem ligava muito para isso na verdade.


Eu era mais nova, mas foda-se nos amamos e é isso que importa.


– Sim, um velho. – ele rosnou.


– Eu vou te mostrar quem é o velho. – rosnou pressionando seu corpo no meu me fazendo sentir seu pau duro, não havia nada de velho no meu Edward.


Ele só melhorava com a idade. Ele podia estar com 43, mas eu tinha quase 22 e eu estava melhorando com a idade também, e a cada dia estávamos mais perfeitos um para o outro.



Fim.




PS:Mais uma linda história chega ao fim :( mas só temos que agradecer a cada leitor pelo carinho e a Paula Halle (autora) claro que fez a história acontecer.. Enfim esperamos que tenham gostado desse último momento. Até mais nos coments Bjs.




3 comentários:

tete disse...

linda amei tudo ja estou com saudades espero logo vir outra tao maravilhosa o quanto esta beijos e tudo de bom para vce

LAV RIBEIRO disse...

foi uma linda fic.... parabéns a todas vcs

Tatiane Rocha Gurdiano Aloquio disse...

Estou aos prantos aqui!!!
Nossa muito linda essa Fic

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