FANFIC - QUANDO MENOS SE ESPERA - CAPÍTULO 24

Olá Amores!!! Hoje vamos curtir o 24° capítulo de "Quando Menos Se Espera". Quer acompanhar a história desde o início?Clique aqui.


A fresta de luz que atravessou a escuridão não iluminava muito e não conseguia ver muito dele, e ele se escondeu mais nas sombras para evitar que eu o visse.


- O que faz aqui menina? ele rosnou e me encolhi, eu não devia ter subido.


- Eu sinto...


- Saia imediatamente. grunhiu, desesperada praticamente corri para fora da sala, mas em minha pressa tropecei em um tapete e antes que caísse no chão, braços fortes me rodearam e o calor do corpo alto e forte me envolveu completamente, arfei abrindo os olhos que nem notara que havia fechado e olhei para o meu salvador, não pude deixar de ofegar ao ver seus olhos de um ver profundo penetrantes me encarando.


- O obrigada... muito lentamente ele me ergueu me colocando em pé, mas suas mãos grandes ainda estavam sobre mim, exceto por seus olhos penetrantes, eu pouco via dele, ele se moveu para mais perto de mim. Ofeguei quando a luz que vinha da fresta da janela pegou do lado de seu rosto, uma fina cicatriz cruzava seu rosto, começando sobre a sobrancelha e indo por toda sua bochecha.


- Você não devia estar aqui.


Edward estava conformado com sua nova vida, uma vida de solidão, sem família, sem amigos, sem amor. Uma vida de clausura que ele impôs a si mesmo, se escondendo do mundo, se escondendo de si mesmo. Mas quando ele menos esperou ela surgiu em sua vida, trazendo tudo que ele achou que nunca mais teria. Pois é quando menos se espera que as coisas boas vem, basta esperar para ver.


Autora : Paula Halle
Classificação: +18
Gêneros: Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo





24. Eu não esperava me zangar com ele.




– Detetive? Aconteceu algo?



– Bem, nós somos responsáveis pelo seu acidente.



– A batida de carro que ocorreu a algumas semanas.


– Oh, hmmm, foi um acidente. – ambos se olharam.



– Desculpe Sr. Masen, mas estivemos investigando e acreditamos que tanto esse acidente quanto o primeiro foram propositais.


Oh Meu Deus! Eu sabia!


Eu sabia, aquele filho da puta de Jasper, tentou matar meu Edward, ah quando eu colocar minhas mãos naquele corno, miserável, filho de uma puta, com perdão a Esme, mas o filho dela não presta.


Senti a mão de Edward apertando a minha com força e me concentrei nele, ele me olhou e toquei seu rosto, só imaginava o que passava pela sua mente agora, ele devia estar muito assustado tadinho.


– Sr. Masen? – o policial mais velho chamou e deixei cair minha mão e ambos olhamos para ele.


– Vocês gostariam de entrar? – convidei e Edward deu passagem para ele, me levando consigo.


– Claro senhor. – os dois entraram e os guiamos até a sala os convidando para sentar, queria correr para meu quarto e vestir algo, mas não queria deixar Edward sozinho nesse momento.


– Então, foi mesmo proposital? – perguntei quando todos estávamos sentados e ambos assentiram.


– Sim, verificamos novamente o primeiro acidente e os freios estavam queimados, acreditamos que foi por causa da explosão, mas nesse segundo acidente, os freios estavam queimados novamente. O senhor teve muita sorte de não estar dirigindo rápido.


Apertei a mão de Edward com força, meu coração disparado, só de pensar o que aconteceria se ele tivesse dirigindo rápido, eu não sobreviveria sem ele.


– Bella, Bella, amor? – podia ouvir Edward me chamando, mas eu não conseguia me focar em nada, só no medo de perdê-lo. Sua mão tocou meu rosto e o encarei, ele afastou uma lagrima do meu rosto e funguei.- Hey o que há amor?


– Você podia ter morrido. – ele sorriu um pouco beijando meus lábios.


– Mas não morri, estou bem aqui, ok? – assenti, mas mesmo assim rastejei para o colo dele e enterrando meu rosto em seu pescoço.


Seus braços me envolveram, me apertando contra ele, um dos policiais pigarreou, e o encaramos, mas sem nos soltar.


– Sr. Masen, sei que não é um assunto agradável, mas precisamos descobrir quem fez isso com o senhor. O senhor está bem agora, mas o assassino, pode estar chateado e tentar novamente.


Estremeci com a ideia, e os braços dele me apertou bem forte.


– Como... como posso ajudá-los?


– Precisamos saber se você tem inimigos, alguém que já lhe fez uma ameaça, ou você acredita que possa fazer algo assim? – Edward suspirou.


– Eu não sei, antes eu... bem eu era um playboy e um empresário, devia ter inimigos, ou alguém que não gostava como eu mandava na minha empresa, eu nunca recebi uma ameaça. E estava mais preocupado com meu trabalho e minha noiva, para realmente notar se alguém me odiasse.


– Noiva? - os dois olharam para mim confuso.


– É ex noiva na verdade. – resmunguei e o mais jovem sorriu.


– Senhorita não gosta da ex noiva do Sr. Masen? – o detetive loiro me olhou ansiosamente e bufei.


– Ela é uma vadia. – ambos se entreolharam.


– Bella... – Edward começou e o olhei irritada.


– Vai defender aquela puta, que além de te magoar, ainda esta com seu primo?


– Primo?


Os policiais pareciam mais confusos que cego em tiroteio, mas quem podia culpá-los, essa merda era confusa.


– Bella, por favor... – ele começou e neguei saindo do seu colo.


– Eu vou subir. – sai correndo da sala, sem me despedir dos policiais, mas eu não estava interessada em fazer sala.


Eu sabia que Edward nunca acusaria Jasper pelo que estava havendo, mas eu sabia que era culpa daquele corno miserável, e não duvidava nada que Alice estava com ele nessa. Com certeza eles queriam o dinheiro de Edward, assim como a impressa, devem ter tentado da primeira vez, e ficaram satisfeitos com ele trancado em casa, mas agora eu nunca deixaria Edward ficar trancado, e com certeza eles estavam tentando se livrar dele de novo.


Sem perceber acabei no quarto de Edward me jogando na cama. Por que Edward não entendia? Seu primo não presta, e depois de vê-lo com aquela cobra da Alice era obvio que eles eram farinha do mesmo saco.


Imaginei que Edward demoraria mais, com certeza ele teria que responder algumas perguntas dos detetives. Peguei o telefone e disquei o primeiro numero que me veio na cabeça.


Depois de dois toque a voz animada de Jane atendeu.



– Fala mulher. – sorri imediatamente.


– Oi Jane.



– O que houve?


– Por que acha que ouve algo?



– Por favor, eu não nasci ontem. Você me ligando em uma tarde de sábado que você poderia estar montando Edward, com certeza a algo errado.


– Jane! – guinchei e ela riu.



– Estou mentindo?


– Ok, há algo errado.



– Desembucha, por que eu tenho um encontro quente. – podia imaginá-la movendo as sobrancelhas sugestivamente.


– Com quem?



– Aquele policial tesão do outro dia. Menina que homem. – comecei a rir.


– Isso é bom Jane.



– Agora bota pra fora.


– A policia está aqui.



– Merda, prenderam o Edward por abuso de menores? – eu podia ouvir a diversão em sua voz.


– Jane! – ela riu.



– O que? seria hilário.


– Doida. É sobre os acidentes de Edward.



– Oh isso. O que houve?


– Foram proposital.



– Aqueles cornos.


– Você acha que são eles?



– Quem mais ia querer ver Edward pelas costas.


– Diga isso a Edward. – resmunguei e a ouvi suspirar.



– Vamos lá Bella, nós sabemos que os dois são duas cobras. Mas Edward cresceu com Jasper, é difícil para ele.


– Eu sei Jane, mas tenho medo que se ele não disser nada, Jasper vai ficar livre e dar um jeito de machucar Edward.



– Não deixaremos isso acontecer.


– Não?



– Claro que não. Meu amigo acaba de voltar, não vou deixá-lo partir novamente.


– Você é a melhor Jane.



– Como se isso fosse novidade. – riu e acabei rindo também. Ouvi uma campainha ao fundo.


– Vai se divertir Jane eu ligo assim que tivermos novidades.



– Ok, deixe me ir, preciso ver se o homem pode aguentar uma mulher como eu.


– Vai ser difícil.



– E eu não sei?!


Nos despedimos e voltei a me jogar na cama, falar com Jane acabou sendo bom. É bom saber que eu não sou a única que desconfia daqueles dois. Voltei a enterrar meu rosto no travesseiro, o problema era convencer Edward disso.


Ouvi o movimento da porta e a cama afundando, ele não me tocou por um tempo e olhei para ele.


– Bella, eu...


– Você contou?


– Contei o que?


– Sobre Jasper. – ele fez uma careta se levantando e puxando os cabelos.


– Porra Bella, ele é meu primo.


– Mas isso não o impede de ter inveja de você. – ele me encarou.


– Você realmente acha isso? – me levantei indo até ele e pegando seu rosto entre minhas mãos, seus bonitos olhos verdes me encararam, e havia tantas emoções lá.


– Olha Edward, eu sei o que ouvi e vi. Seu primo claramente tem inveja de você. E depois do primeiro acidente, você ficou trancado em casa, e ele teve tudo que era seu, tudo que ele queria. Dinheiro, a empresa, Alice. E agora você está voltando e ele está perdendo tudo de novo.


– Mas...


– O que Edward? Você sabe que eu tenho razão. Ele não é mais o primo que você cresceu, esse é um homem que quer o que é seu, e não se incomoda em tirar você do caminho pra pegar. – ele estremeceu.


– Eu disse aos detetives sobre Jasper e Alice. – ele sussurrou fechando os olhos e o abracei aliviada.


– Obrigada.


– Pelo que?


– Por dizer, eu temi que você não dissesse, ai Jasper teria mais oportunidades para vir atrás de você.


– Bella eles não vão prender Jasper. – em afastei dele.


– O que?


– Não há provas além da sua desconfiança.


– Jane também acha que eles são culpados. Aposto que Alec, Rosalie e Emmett também.


– Bem não importa agora. Eu disse a policia sua desconfiança, mas que duvidava que Jasper faria algo assim. E agora eles vão investigar.


– Ah isso é bom. – ele suspirou.


– Eu acho. – ele esfregou o rosto e o fiz me olhar.


– O que foi?


– Eu acho que estou um pouco assustado.


– Assustado?


– Alguém tentou me matar Bella, duas vezes. – assenti o puxei o abraçando, ele estava um pouco tremulo e o levei para a cama, abri seu roupão e me deitei ao seu lado afagando seus cabelos.


Ele enterrou o rosto em meu peito e ficamos em silêncio por algum tempo. Meu estomago roncou alto e corei quando Edward riu.


– Me esqueci de alimentar você não é? – piscou e acabei rindo.


– Sim, estou morrendo de fome. – ele sorriu.


– Venha, vamos almoçar e aproveitar nosso fim de semana.


– Ok.


Deixei ele me levar para baixo, e tentei não ficar pensando em besteiras. A policia ia manter um olho em Jasper e Alice, e Edward ficaria seguro.



Algumas semanas depois.


– Você já sabe o que quer de aniversario? – mamãe perguntou durante o jantar e Edward me olhou atentamente.


– Vai fazer aniversario?


– Sim, finalmente 17. Agora posso mandar tomar no cu quem me chamar de criança.


– Isabella. – papai repreendeu, mas seu bigode torceu.


– Então, - mamãe repetiu. – Presentes Bella.


– Ah sei lá. Só não quero outra Barbie. – bigode do meu pai torceu de novo, e mamãe bufou.


– Eu teria mandado de parar Barbies, se seus avós tivessem dito algo. – acabei rindo.


Minha mãe me mandava uma Barbie todo aniversario e dia das crianças e natal. Eu tinha uma coleção, eu as adorava, até eu completar 13 e querer outras coisas, mas quem disse que eles ligavam? Continuavam mandando as bonecas.


– Claro, claro. Mas eu não me importo com o que ganhe, fazer 17 já é um presente. – papai riu alto dessa vez.


– O que vai dizer agora, que você tem quase 18. – sorri para ele, papai me conhecia tão bem.


– Podemos fazer uma festa. – Edward falou e todos olharam para ele.


– Uma festa?


– Aqui?


– Sério? – ele riu.


– Claro, seria um bom presente, e a casa é bem espaçosa.


– Posso chamar Jane e Alec, e Seth, e...


– Pode chamar quem quiser Bella. Contanto que seus pais concordem é claro. – ele se apressou em dizer e olhei meus pais que ainda estavam com a boca aberta.


– Podemos? Por favor? – pisquei meus olhos com a melhor cara de cachorrinho pidão que pude, papai pigarreou.


– Se sua mãe concordar. – olhei mamãe que riu.


– Por mim tudo bem.


– AAh obrigada. – me levantei e corri a abraçá-los, em seguida sentei no colo de Edward dando um beijo estalado em sua boca. Edward ficou um pouco vermelhinho, e notei que meus pais o encaravam.


– Então quando é seu aniversario?


– 13 de setembro.


– Temos umas semanas, ainda da tempo de fazer uma grande festa.


– Mas não tão grande... – mamãe começou e Edward negou.


– Vamos Renée, Bella merece uma grande festa.


– Sim, por favor, mamãe?


– Charlie? – ele deu de ombros.


– Contando que não seja muito exagerado.


– Não vai ser.


Combinamos algumas das coisas que queríamos para a festa, ia ser na casa de Edward, e eu estava em êxtase, isso significava que ele estava abrindo a casa e sua vida para as pessoas. Além disso finalmente 17, sério eu não estava mentindo sobre ir mandar tomar no cu quem me chamasse de criança. Essa merda estava começando a me irritar.


Depois do jantar eu subi com Edward para namorar um pouquinho, resolvemos ficar na biblioteca com as portas fechadas, pois se ficássemos em seu quarto incomodaria meus pais.


– Isso vai ser incrível Edward, você é o melhor. – pulei nele assim que entramos e ele riu me abraçando pela cintura.


– Que bom que está feliz linda.


– Feliz? Estou em êxtase. Vai ser um arraso, espero que Jane possa vir.


– Claro que ela vira. Assim como todos os outros.


– Ótimo, não seria o mesmo sem ela.


– Ela vai adorar que você pensa assim.


Aposto que iria.


Edward caminhou comigo ainda agarrada a ele foi até sua poltrona perto da janela e sentou comigo em seu colo.


– Então você quer algo em especial?


– Algo?


– Presente.


– Ah, mas a festa já não é presente? – ele riu.


– Não, festa é festa. Eu ainda quero lhe dar um presente. – dei de ombros.


– Uma noite de sexo selvagem. – movi as sobrancelhas e ele riu.


– Isso eu te dou quando quiser.


– Hmmm... bom saber. – me inclinei contra ele começando a beijar e mordiscar seu pescoço, ele gemeu agarrando minha bunda.


Suas mãos entraram na minha roupa subindo até meus seios e os agarrando, arfei rebolando em seu colo, já podia sentir sua ereção crescendo de baixo de mim.


– Você quer o sexo selvagem agora? – ele grunhiu quando chupei seu pescoço, e ri.


– Sim, por favor. – desci meus lábios abrindo sua camisa e ele já agarrava meus seios.


– E seus pais?


– Esquece eles.


– Bella... – lambi seu peito chupando seu mamilo, suas mãos foram até minhas coxas entrando por minha saia acariciando meu sexo.


– Ahhh...


– Vamos para o quarto.


– Não aqui mesmo. – levei a mão entre nos apertando seu pau.


– Porra...


– Eles não vão nos ouvir... – consegui abrir seu zíper e coloquei a mão dentro da sua calça acariciando seu cumprimento.


– Merda... você consegue ficar quieta? – ri ofegante.


– Eu posso tentar. – ele assentiu e com um pouco de dificuldade, afastando minha calcinha consegui deslizar ele pra dentro de mim.


Rimos quando nos encaixamos, com todas as nossas roupas no lugar.


– Isso é confuso. – ele sussurrou agarrando minha bunda e deslizando para fora de mim e enterrando com força em seguida.


– Mas porra é bom.


– Sim muito bom. – assentimos ofegantes e começamos a nos mover juntos.


Ele juntou os lábios nos meus, suas mãos me ajudando a se mover sobre ele, seu pau afundando em mim deliciosamente. Sua língua enroscou com a minha, e gemi em sua boca, ele engolia meus gemidos assim como os seus.


Minha boceta já começava a pulsar e meu corpo a tremer sob o seu, Edward afastou os lábios dos meus, enterrando o rosto no meu pescoço, seu pau já pulsando dentro de mim, levei a mão entre nós e esfreguei meu clitóris, Edward ofegou e juntou sua mão a minha. Enterrei meu rosto em seu pescoço mordendo seu ombro para abafar meu gemido quando vim com força em seu pau, Edward abafou seu gemido em minha pele também vindo junto comigo.


Ficamos abraçados algum tempo em silêncio, quando ergui o rosto acariciei seu cabelo beijando sua testa, Edward suspirou e sorriu me olhando.


– E quanto ao presente mesmo. – ri e o empurrei saindo dele, estremeci quando ele deslizou para fora de mim, e me olhei.


– Você é meu presente. – pisquei pra ele e comecei a sair, ele se apressou em se arrumar e veio atrás de mim.


– Onde vai?


– Me limpar ué.


– Espere por mim. – ele riu me empurrando para seu quarto.


[...]


– Então vocês vão não é?


– Claro. Comida e bebida de graça é comigo. – ri da animação de Seth.


– Posso levar meu irmão?


– Claro Claire. Se quiserem chamar mais alguém.


– Menos James. – resmungou Seth e assenti de acordo.


– Alias cadê James? Há algum tempo que eu não o vejo.


Era verdade desde o encontro com Edward, ou ele andava me evitando ou havia saído da escola. Pois não havia cruzado com ele nem nos corredores da escola.


– Ele anda mais na dele de uns tempos pra cá. Parece que irritado pelo soco que levou. – Seth riu e acabei rindo também.


– Quem não ficaria. O Masen acabou com James. – Seth provocou nos fazendo rir.


– Então Bella, seu aniversario vai ser na mansão?


– Sim. Edward ofereceu.


– E ele vai estar lá? – olhei para Seth que fez cara feia.


– Bem, sim ele é meu namorado não é?


– Ah é claro.


– Claire você esta querendo me trocar é? – ela riu.


– Não seja bobo Seth, claro que não é só...


– Edward é bom de se olhar. – murmurei, por que ele era.


– Isso. Mas eu amo você bobinho.


– Bom mesmo. – estufou o peito e ela riu o abraçando.


– Vamos pra aula.


Sorri os acompanhando.


[...]


Seth estacionou em frente de casa e o agradeci, Edward havia avisado que não podia me buscar, que ia demorar um pouco mais na empresa. Assim que cheguei a porta notei um carro, parecia familiar, mas não dei atenção, entrei em casa correndo, indo direto para a cozinha, estava faminta.


Parei ao notar mamãe tomando café com os policiais que viera, no outro dia. Eles se viraram para mim e sorriram.


– Querida já chegou.


– Oi mãe.


– Olá senhorita Swan. – o loiro sorriu e acenei.


– Olá, me chame de Bella.


– Bella, é bom ver você novamente.


– Bom ver vocês também, está tudo bem? – eles se entreolharam e já comecei a entrar em pânico. – É Edward, ele bateu o carro novamente?


– Não, não, ele está bem Bella.


– Oh, então por que eles estão aqui?


– Eles vieram fazer algumas perguntas?


– Oh, tipo?


– Por que você não senta conosco Bella?


– Ok. – me sentei e mamãe foi pegar um suco para mim.


– Os detetives estavam, só querendo saber sobre Edward, Bella.


– Por quê?


– Sabe como ele era antes do acidente, se desconfio de alguém, essas coisas.


– Ah, achei que não estavam mais trabalhando no caso.


– Por quê? – dessa vez eles perguntaram.


– Faz algumas semanas, e não recebemos noticias. – eles se entreolharam novamente.


– Nós temos falado com o Sr. Masen o tempo todo. – como é que é?


– Como é que é? – repeti meus pensamento irados.


– Bem, temos falado com o Sr. Masen, sempre o mantendo a par das investigações.


– Entendo.


Aquele sem vergonha, não me contou nada, a ele está em sérios problemas.




Eu não esperava me zangar com ele.




Continua...



Ps : Mais uma vez pedindo mil desculpas a vc amoras mas ontem foi praticamente impossível postar, não me matem rsrs e esperamos que não tenham desistido da fic. Até mais nos coments. Bjs





3 comentários:

tete disse...

ja mais desisto de suas estorias elas me dao vida a cada dia amo ler todas sao otimas espero que nao desista de nos beijos e uma otima noite para vce

LAV RIBEIRO disse...

ok tudo bem ta desculpada...porque ele não contou pra ela sobre a investigação?

Tatiane Rocha Gurdiano Aloquio disse...

Amiga que isso...
A cada capitulo uma surpresa diferente!!!
Estou amando!!

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