FANFIC - AGORA E SEMPRE - CAPÍTULO 45

Olá Amores!!! Hoje vamos curtir o 45° capítulo de "Agora e Sempre". Quer acompanhar a história desde o início?Clique aqui.


Edward Cullen põe fim a um fatídico relacionamento com a sua prima Tanya, que inconformada tenta de todas as maneiras trazer-lo de volta para sua cama, onde de fato ele esteve pouquíssima vezes. Isabella Swan de uma forma marcante conhece Edward Cullen irmão de sua melhor amiga Alice, e mesmo sem está preparada se entrega a magia do momento e tem uma maravilhosa noite de amor, porém nem tudo são flores.Será que o amor sobreviverá as armações, intrigas, mentiras, e a uma ex?


Autora : Mery Arruda
Classificação: +18
Gêneros: Hentai, Drama, Romance
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo




Capítulo 26 O Passado Bate a Porta!



Por Bella.



Acordei sozinha na cama, sentindo a falta do aconchego dos braços do Edward. O quatro estava frio e escuro, o que demonstrava ser tarde da noite.



Onde Edward estaria a essa hora?_ Foi meu primeiro pensamento.



Sentei-me e esperei minha visão se acostumar com a escuridão. Olhando em volta encontrei meu marido sentado na poltrona que havia no canto do quarto. Seu corpo relaxado sobre a mesma, com a cabeça tombada para trás. Levantei-me e caminhei até ele.



Edward estava de olhos fechados, seu peito subia e descia por conta de sua respiração calma. Dei um passo para me aproximar dele e sem querer chutei um copo que estava ao seu lado. Esquadrilhei o local e percebi que tinha uma garrafa de Uísque junto.



Há um bom tempo ele não bebia e hoje havia bebido... E pela quantidade que restava na garrafa... Não tinha sido pouco. Edward gostava de beber seu uísque, mas nunca extrapolava... A não ser que estivesse preocupado com algo...



Sei que ultimamente ele estava muito ansioso por conta da chegada dos bebês e também com muito medo que algo desse errado, mais esse não seria um motivo que o levasse e beber, pelo contrario ele estava mais atento a tudo, sempre por perto, nunca me deixava só, e hoje estava ali, dormindo na poltrona.



_ Bella?



Ele havia acordado pelo barulho do copo batendo de encontro ao pé da mesa ou não estava dormindo? Encarou-me por alguns minutos como se estivesse duvidando de minha presença ali a sua frente.



_ Bella... Sente algo amor?



_ Porque dormiu aqui? _ Ele sorriu e me puxou gentilmente para seu colo.



_ Sentei para ler alguns documentos, amanhã tenho uma audiência, mas terminei apagando aqui mesmo. _ A voz dele estava calma, mas demonstrava certo grau de contrariedade, que ele inutilmente tentava ocultar._ O que faz acordada há essa hora?



_ Senti sua falta na cama. _ Ele sorriu pra mim suavizando a expressão preocupada de seu rosto. _ Só as coberta não me aquece, preciso de você lá.



Ele alisou meus cabelos que caiam em cascatas sobre meus ombros, onde ele beijou. O contato de sua boca com minha pele nua me fez sentir um calafrio.



_ Não está com fome? _ Ele alisou meu pescoço._ Você dorme desde a tarde, ainda não jantou.



_ Deveria ter me chamado para o jantar.



_ Eu até tentei._ Falou ele sorrindo._ Mas você estava tão linda dormindo, e depois da noite mal dormida que teve, achei melhor deixar você descasar mais um pouco.



_ Você jantou? _ Perguntei tocando seu rosto.



_ Não estava com fome.



A voz dele voltou a ficar rouca e pude sentir seu corpo tenso. Ele tentava ocultar algo.



_ O que aconteceu amor? _ Sorri pra ele._ Você parece aborrecido.



_ Não é nada só estou um pouco cansado só isso.



_ Tem certeza?



Ele respirou fundo me encarando, por um longo tempo, seu olhar estava triste, era como se ele travasse um duelo interno.



_ Diga-me logo o que aconteceu._ Falei seria pra ele._ Não adianta dizer que é só cansaço por que sei que não é... Você está tenso por alguma razão.



_ Bella... Nós..._ Ele suspirou_ Eu preciso conversar com você.



_ Santo Deus Edward fale-me logo o que aconteceu?



_ Seus pais estiveram aqui enquanto dormia.



O choque foi imediato.



_ Meus pais estiveram aqui?_ O olhei tentando encontrar alguma resposta em seu semblante preocupado._ E por que não me acordou?



_ Eu... Achei que deveria conversar contigo primeiro.



_ O que você quer conversar amor?



_ Bella, eu sei que você sente falta deles...



_ Você foi atrás deles Edward? _ Perguntei de supetão, por que só assim para eles virem até aqui, depois da forma que fui tratada.



_ Não! Eu confesso que pensei por várias vezes em ir até eles e conversar, mas não fui._ Ele respirou fundo antes de continuar._ Foi iniciativa deles, vir te procurar.



Edward não estava falando tudo, ele parecia editar cada frase antes de me falar.



_ E por que você está tenso? _ De repente me passou algo, da ultima vez meu pai e ele por pouco não se agarraram._ Você e meu pai brigaram? Ai meu deus é por isso que você quer conversar? O que foi que ele fez amor?



_ Shiii, não brigamos. Pode ficar calma._ ele tentou sorrir, mas não com muito sucesso._ Charlie e Renée vieram em busca de ajuda...



_ Ajuda? O que aconteceu? Algum deles está doente?



_ Bella, seu pai perdeu tudo que tinha no jogo, eles não explicaram direito, mas perderam tudo e vieram atrás de você...



_ Eu não acredito... Edward depois de tudo...



Não sei se foi pelo choque da revelação. Senti o quarto rodar e se não estivesse no colo de meu marido teria caído no momento que tudo ficou escuro.



_ Bella amor...



Escutava ao longe a voz de Edward aflita.



_ Calma filho, ela logo retorna. _ Era a voz de Carlisle.



Aos pouco fui retomando os sentidos e pude sentir que estava deitada. Abri os olhos e encontrei com os de Edward que me fitavam aflitos.



_ Amor?



_ Bella, você desmaiou, sente alguma coisa carinho?



_ Não, só estou um pouco zonza.



_ Isso é normal _ Falou Carlisle. _ Você se alimentou Isabella?



_ Ela não jantou...



_ Isso não pode acontecer, vocês sabem disso não é?



Depois de todas as recomendações necessárias e de nos fazer prometer que não deixaríamos de chamá-lo caso eu sentisse algo, Carlisle se despediu.



_ Bella fiquei tão preocupado quando você desmaiou.



_ Edward eu não acredito que eles...



_ Carinho, não vamos mais tocar nesse assunto por hoje tudo bem? _ Ele tocou meu rosto _ Vou pegar algo para você se alimentar e depois vamos tomar um banho para você relaxar um pouco que tal?



_ Tudo bem_ Suspirei tocando meu ventre._ Estamos com fome mesmo.



Edward se levantou e em menos de meia hora estava de volta com uma bandeja. Beijou minha cabeça e depositou a bandeja em meu colo.



_ Seja uma boa menina e coma tudo._ Ele sorriu antes de seguir para o banheiro. _ Quero esta bandeja vazia quando eu voltar.



_ Aqui tem comida para um batalhão amor.



_ Isso mesmo._ Ele colocou a cabeça para fora do banheiro e acrescentou._ Tenho que alimentar bem você e nossos filhos!



_ Eles estão agradecendo._ Sorri ao sentir os chutes._ Estão me chutando, e posso jurar que são os três ao mesmo tempo._ Sorri pra ele que jogou um beijo pra mim antes de seguir em frente.



Edward ficou por lá enquanto eu comia feito uma esfomeada, com toda certeza antes de nossos filhos nascerem, eu estouraria de tanto comer. Sim por que eu passava a maior parte do tempo comendo, embora Carlisle achasse que eu estivesse negligenciando em relação a minha alimentação ele estava enganado, por que a Esme me enchia de comida o dia todo.



_ Gostou?



_ Estava tudo uma delicia amor? _ Sorri ainda com água na boca devido ao pedaço de bolo que acabará de comer._ Ainda tem bolo de chocolate?



_ Tem sim, quer mais um pedaço?



_ Quero! _ Minha boca enchia-se de água só de imaginar o bolo de chocolate se desmanchando em minha boca. _ Sua mãe faz cada bolo delicioso amor.



Edward foi e voltou com outra fatia enorme, que devorei em questões de segundos. Assim que terminei, ele colocou a bandeja sobre a mesa e me ajudou a levantar da cama.



_ Vamos tomar um banho? _ Ele tirou minha roupa e se despiu também.



_ Nada melhor que um banho para nos relaxar._ Falei suspirando.



***



Sentir a água quente percorrendo meu corpo ao mesmo tempo em que as mãos de Edward vagavam por ele, não me deixava nada calma. A massagem que ele estava fazendo poderia ser inocente e tenho certeza que era, mas ele não fazia idéia do estado em que estava me deixando. Calafrios de desejo percorriam meu corpo e por mais que tentasse me conter, já sentia minhas pernas bambas. Meus joelhos falhos e minha mente corria a mil.



_ Ô Edward._ Gemi apoiando meu corpo no dele._ Desse jeito é difícil relaxar, estou ficando mais agitada.



Ele gemeu me abraçando, suas mãos indo de encontro ao meu ventre, enquanto ele distribuía beijos pela curva de meu pescoço totalmente a sua mercê.



_ Carinho você me deixa doido! _ Disse ele deslizando sua mão ate minha boceta. _ Santo Deus como posso me controlar com você encharcada desse jeito?_ Ele me puxou mais de encontro ao seu corpo, deixando-me ciente de algo duro e quente que pressionava em minha bunda. _ Sente como estou bebê? Sente como fico fodidamente duro por você._ Lógico que estava sentindo, o que dificultava totalmente as coisas, como se pode manter o controle dessa forma? Nossos batimentos cardíacos já estavam acelerados. _ Céus chega a doer.



_ Oh, Deus!_ Gemi._ É torturante demais... Podemos tentar fazer lentamente amor, mas eu quero fazer amor...



Ele gentilmente se afastou de mim, o suficiente para me virar de frente pra ele. Mas percebendo o quanto eu estava trêmula continuou me sustentando de encontro ao seu corpo.



_ Não podemos nada amor._ Ele falava com a voz rouca demais._ Não podemos colocar em risco nossos filhos._ Ele disse acariciando meu ventre.



_ Não vamos colocá-los em risco. _ Beijei seus lábios úmidos._ Vamos ter cuidado.



_ Bella, amor não me tente que já está fodidamente dolorido para mim._ Ele disse sorrindo e se afastando.



Perdi o fôlego diante da ereção dele. Pode ate parecer mentira, mais eu posso jurar que estava maior que das outras vezes. Céus como isso pode ser possível? Seu pau, comprido, duro e pulsante, estava diante de meus olhos e não pude conter o impulso de tocá-lo.



_ Bebê desse jeito fica difícil pra mim._ Disse ele tombando a cabeça para trás gemendo, enquanto minhas mãos deslizavam pelo duro e quente membro que vibrava à medida que intensificava a massagem em seu comprimento._ Por Deus, me avise se sentir algum incômodo._ Disse ele antes de me pegar nos braços e caminhar para nossa cama.



Então seus lábios quentes aterrissaram sobre os meus em um beijo de posse, deixando-me tonta, deslizei minhas mãos entres seus cabelos, me afogando na delicia de seus lábios, pouco tempo depois estávamos sem fôlego, ele se afastou com um sorriso bobo igualmente ao meu.



_ Adoro esse sorriso bobo._ Disse encostando nossas testas.



_ Eu amo essa carinha sapeca carinho!



Edward me colocou sentada apoiada no encosto da cama e se posicionou entre minhas pernas. Nossos corpos ainda estavam molhados pelo banho. Mas isso não seria um problema. Ele pegou uma toalha que deveria ter trazido do banheiro sem que eu percebesse e delicadamente a deslizava pelo meu corpo enxugando-me. Talvez no intuito de nos acalmar, mas ao sentir o tecido felpudo e macio em minha pele já a muito sensível era impossível controlar os gemidos.



_ Deixe de me torturar...



Ele me atiçava à medida que sua mão deslizava por minhas pernas.



_ Eu tenho que me acalmar bebê antes de me afundar em você.



Ele pegou meu pé direito e beijou cada dedo, depois lambeu e veio subindo por minha perna. Sua língua deslizava deixando um rastro molhado e ao mesmo tempo de fogo por onde passava. Primeiro por minha panturrilha, depois foi subindo aos poucos. Com seus olhos fixados nos meus, deixando-me totalmente conectada a cada movimento que ele fizesse. Sua língua lambeu o interior de minha coxa se aproximando cada vê mais de minha entrada.



Quando se aproximou de minha boceta ele respirou, como um animal que sente o cheiro de sua presa e me encarou antes de ofegar e lamber minhas partes úmidas.



Se alguém sabe como se respira, por favor, pode me dizer.



Sua língua deslizou em minha boceta, e esse toque provocou uma descarga elétrica em meu corpo e me fazendo gemer.



_ Ô Deus!



Mantendo as mãos entre minhas pernas, abrindo-as ainda mais, Edward mordiscou, lambeu e chupou, atormentando-me a cada investida de sua língua, apoderando-se de meu clitóris, o lambeu e deu leves mordidas deixando-me totalmente descontrolada quando o prendeu entre seus dentes sugando avidamente. Continuou torturando-me ate que meu corpo se convulsionou, anunciando o primeiro orgasmo.



Fechei os olhos apreciando a sensação de quase morte, de plenitude do momento de após orgasmo e foi inevitável não sorrir... Meu corpo gritava, reclamando por mais, por senti-lo quente e duro dentro de mim, por sentir suas mãos vagando por meu corpo... Era tão bom as sensações que esse simples toque me proporcionava.



Senti seus lábios novamente nos meus, enquanto sua mão acariciava meus seios. Nossas línguas duelavam, em uma luta que jamais haveria vencedor, ou tão pouco perdedor. Estávamos sem fôlego quando ele se separou e tragou por ar.



_ Estou desesperado._ Sussurrou enquanto me puxava delicadamente para me deitar confortavelmente na cama e voltava a ficar entre minhas pernas._ Quero sentir essa bocetinha me esmagando. Céus como quero isso.



_ Então vem! _ Sei que poderia ter pensando em algo melhor pra dizer, mas com a visão dele se acariciando, tirava totalmente a sanidade que poderia existir ainda em mim, sem permitir que fosse coerente em uma resposta tão simples, sem falar no medo dele recuar e me deixar totalmente na beira do abismo.



_ Fica de lado carinho.



Assim que fiquei de lado ele se deitou também, por trás de mim. Puxando-me de encontro ao seu peito, minha perna foi levada para cima da dele prendendo-o entre as minhas. Gemi quando seu membro foi me penetrando aos poucos ate me preenche por inteiro.



_ Oh Deus, isso é tão bom Edward.



Ele levou sua mão para meu seio acariciando-me enquanto se movia lentamente dentro de mim.



_ Isso é fodidamente bom! _ Ele gemeu. _ Muito bom!



Seus quadris se moviam de encontro ao meu, e a cada investida minha bunda se chocava contra ele fazendo meu corpo estremecer. As mãos dele exploravam cada parte possível de meu corpo, enquanto sua língua serpentava e chupava o vão de meu pescoço e mordia e lambia minha orelha.



Deus ele iria me enlouquecer!



Com nossos corpos colados, movendo-se sincronizadamente, eu sentia minha boceta esmagando-o por inteiro, enquanto ele se afundava mais e mais dentro de mim.



_ Isso bebê, me engole todo._ Ele sussurrou entre os dentes metendo ainda mais fundo. Fazendo-me gemer descontroladamente sentido cada punhalada dele.



Os movimentos se intensificaram e não segurei o grito quando ele mordeu meu ombro e beliscou meu clitóris. Seu pau vibrou dentro de mim e ele parou por alguns minutos antes de voltar a se mover lentamente. Muito lentamente.



_ Õ Deus... Eu... Vou...



_ Goza comigo carinho, quero sentir seu gozo deslizando por meu pau!



Sua voz rouca pela luxuria e suas mãos se apossando de meus seios, enquanto suas investidas estavam lentas, porém fundas, estavam me levando à loucura colocando-me a um nível de excitação que eu julgava impossível nesse estagio da gravidez.



Quem disse que mulheres grávidas não podem sentir prazer? Por que eu estava sentindo em um nível que até então não tinha provado. Se bem que todas as vezes que fazíamos amor ele me fazia sentir sensações maravilhosamente diferentes.



_ Edward!



Ele estava em um duelo constante para manter o controle, isso era possível notar pela inconstância de suas investidas, horas lentas demais embora que por um curto espaço de tempo até voltar a se afundar rápido e forte dentro de mim. Fazendo as paredes internas de minha dolorida boceta apertar seu membro.



_ Bebê!



Edward se empurrou mais fundo dentro de mim fazendo a cama ranger devido aos movimentos rápidos que ele estava fazendo, impulsionando firme e duro. Demonstrando sua falta de controle, agarrou em meus quadris e aumentou as estocadas. Sua necessidade era tão urgente que me esmagava a cada nova investida, deixando-me a beira de mais um clímax.



Ele se impulsionava me preenchendo e esvaziando-me, levando-me a ver estrelas em meios aos gemidos que saiam de nossos lábios. Estávamos completamente envolvidos em nosso momento de êxtase, sentido as sensações já tão conhecidas perpassando nossos corpos, que nada que acontecesse ao nosso redor poderia chamar nossa atenção.



Esquecemos de tudo, exceto do desejo que nos atravessava como uma enfurecida tormenta deixando-nos a beira do abismo. Edward estocava até o punho e voltava a sair, logo senti seus jorros quentes enquanto sua voz áspera gritava meu nome, misturando-se aos meus gemidos.



Os braços dele me envolveram deixando-me totalmente imobilizada enquanto ele buscava meus lábios em um beijo de posse. Ficamos abraçadinhos até recuperar nossas respirações.



_ Por favor, carinho, fale-me que não está sentindo nada, que não lhe fiz mal?!



_ Não me fez mal algum amor! _ Respondi com um meio sorriso._ Sinto-me melhor que antes pode acreditar.



_ Não pude controlar._ Ele disse beijando meu ombro._ Sabe um carro sem freio em uma ladeira?_ Ele sorriu._ Eu me senti assim, sem controle.



_ Percebi!



_ Não lhe machuquei, não é Bella?



_ Claro que não amor.



_ Temos que ser mais pudentes bebê._ Disse ele demonstrando ressentimentos._ Nem que precisemos dormir em quartos separados.



_ Você só pode estar brincando comigo Edward!



_ Não estou amor._ Ele me virou de encontro a ele e se apoiando em seu braço me encarou._ Você escutou a médica? Ela disse que você deveria ter repouso absoluto, e olha como acabamos?



_ Mas estou bem, posso lhe assegurar que melhor que antes, estou relaxada e com certeza dormirei bem.



O sorriso dele foi espontâneo lindo e contagiante.



_ Você não tem jeito senhora Cullen!



Voltei a ficar de lado, pois dessa forma poderia me apoiar melhor de encontro ao corpo dele, sentindo-me totalmente aquecida e aconchegada. Edward me abraçou de encontro a ele deixando-nos mais grudadinhos.



_ Edward?



_ Oi carinho?



_ Essa história de dormir em quartos separados eram uma brincadeira não era?



_ Por quê? _ ele sorria quando perguntou.



_ Eu não conseguiria dormir sem você aqui na cama.



_ Boba, você acha que eu conseguiria dormir longe de você?



_ Você dormiu na poltrona hoje...



_ Estava preocupado amor, mas não dormindo pode acreditar. _ Ele beijou meu pescoço._ Que tal dormirmos agora?



_ Amor?



_ Sim carinho?



_ Meus pais falaram alguma coisa a mais? Como aconteceu?



_ Não,_ Edward puxou as cobertas que estavam aos nossos pés_ Eles voltarão amanha à tarde para lhe ver.



_ Você ficará comigo?



_ Lógico bebê! Sempre estarei com você._ Ele nos apertou ainda mais._ Mas agora está na hora de dormir._ Beijou mais uma vez meu pescoço._ Boa Noite carinho, vamos dormir que já se cansou demais por hoje._ Alisou meu ventre._ Boa noite meus amores.



_ Boa noite amor.



Aconchegada ao corpo quente dele, sentindo sua respiração leve em minha nuca e a sensação de satisfação, junto com o cheiro de sexo que ainda pairava pelo ar, criou uma atmosfera envolvente e em pouco segundos estava entregue a inconsciência.



*****



_ Bom dia Rose.



_ Bom dia Bella.



_ Não sabia que tinham dormido aqui._ Sorri para Rose e sentei-me junto a ela Edward e Emmett estavam envoltos em uma conversar em meios a tantos papeis que eu jurava que não estavam prestando atenção em nós.



_ Eles ficaram ate tarde em uma reunião_ Ela disse passando uma fatia de bolo para o prato dela._ Por fim achou melhor dormimos aqui, já que hoje teriam essa audiência e precisariam revisar algumas coisas antes.



_ Sabe cunhadinha, meu antigo quarto é ao lado do Edward._ Falou Emmett sorrindo, enquanto recebia uma tapa de Rose.



_ Relaxa amor._ Disse Edward assim que se juntou a nós._ Não ligar para o Emm.



_ Há Bella desculpa_ Disse Rose_ Sabe que não tem como controlá-lo quando quer falar besteiras.



_ Não era para estar em repouso cunhadinha? _ Perguntou Emm sorrindo._ O que escutei a noite passada parecia tudo menos uma gestante em repouso.



_ Emmett! _ Repreende-o Rose._ Pare de deixar a Bella constrangida.



Pouco depois Esme e Carlisle se juntaram a nós e conseguimos tomar um agradável e tranqüilo café da manhã.



_ Até mais tarde amor._ Disse Edward me beijando._ Voltarei lá pelas dezesseis horas, depois da audiência eu e Emmett temos uma reunião com alguns clientes.



_ Estarei a sua espera.



*****



Já passava das dezessete horas quando Edward chegou. Encontrou-me sentada no jardim conversando com Alice, Rose e Esme.



_ Como passou o dia?_ Ele beijou minha cabeça._ Cheguei mais tarde que o previsto.



_ Ficamos resolvendo algumas coisas sobre a inauguração do orfanato._ Respondi sorrindo pra ele, que puxava uma cadeira e sentava entre mim e sua mãe.



_ Que bom e quando será?



_ Próximo final de semana._ Respondeu Esme.



_ Serio? Tão rápido, dará tempo para organizarem as coisas.



_ Já estava tudo encaminhado. _ Disse Alice enquanto fazia as ultimas anotações em sua organizada agenda._ Só teríamos que conferir algumas coisas.



_ Como foi à audiência filho?



_ Maçante, mas proveitosa.



_ Onde está o Emmett? _ Perguntou Rose.



_ Ele vinha logo atrás.



_ Temos visita._ Disse Esme observando um taxi que se aproximava.



Olhei as pessoas que desciam do carro, estática em minha cadeira.



_ São seus pais amor._ Disse Edward segurando minhas mãos.



Esme ficou de pé para recebê-los e Alice me olhou preocupada.



_ Está tudo bem Belinha?



_ Acho que sim._ Falei em um sussurro vendo meus pais se aproximando de nossa mesa.



_ Estou aqui carinho_ Disse Edward apertando minha mão. _ Fique calma tudo bem?



_ Boa tarde senhor e senhora Swan._ Cumprimento-os Esme._ Sentem-se.



_ Boa tarde. _ Cumprimentei-os, eles me olhavam de forma surpresa, olhando de meu ventre para Edward e para mim.



Edward se levantou e de forma Cortez, porém sem disfarçar o aborrecimento, saldou os visitantes. Indicando onde eles poderiam sentar.



_ Bem já está na minha hora, Jasper me espera._ Disse Alice recolhendo as coisas sobre a mesa e sorrindo em minha direção._ Amanhã nos falamos Belinha. _ Olhando a meus pais ela os cumprimentou e saiu, levando Rose com ela.



_ Deseja beber alguma coisa senhor Swan? _ Perguntou Esme polidamente._ E a senhora?



_ Por favor, só Renée._ Disse minha mãe com um sorriso tímido._ Eu desejo só uma água, por favor.



_ Eu quero um Uísque se for possível_ Respondeu meu pai com os olhos cravados em mim.



Assim que Esme nos deixou a sós, as mascaras caíram.



_ Então eu estava certo, você só se casou com esse mol...



_ Olha como fala Charlie. _ Disse Edward.



_ Quero conversar com Isabella a sós._ Disse ele ficando em pé e encarando Edward.



_ Edward fica!_ Disse chamando a atenção dele para mim._ Ele é meu marido e não temos segredos.



_ Como queira._ Disse ele voltando a se sentar._ Estou precisando que me devolva todo dinheiro que lhe enviava enquanto estava no bem bom, só estudando...



_ Charlie...



_ Cale-se Renée._ Ele a fuzilou com o olhar_ Eu lhe avisei que se fosse para me atrapalhar que ficasse lá.



_ É só isso que lhe interessa... Dinheiro? _ Perguntei ignorando o bolo que se formava em minha garganta.



_ Você me deve acho justo, vim cobrar agora.



_ Se é o dinheiro que me enviava enquanto estava estudando o que quer, posso lhe devolver._ Ele me olhou por alguns minutos._ Só retirava o suficiente para pagar algumas contas logo no início, mas assim que consegui emprego procurei devolver cada centavo que havia tirado, sempre trabalhei para me sustentar.



_ Imagino que tipo de trabalho tinha._ Disse apontando para meu ventre._ Esqueceu de se proteger desse ai?



_ Já chegar Charlie, retire-se de minha casa agora._ Disse Edward ficando em pé._ Não vou admitir que ofenda minha esposa.



_ Você não passa de um moleque atrevido!_ Disse ele ficando em pé frente a Edward o encarando.



_ Chega! _ Disse ficando em pé._ Edward ficou ao meu lado. ­_ É o dinheiro que quer? O terá.



_ Não faz mais que sua obrigação._Ele me fuzilou com os olhos._ Nunca foi minha obrigação lhe sustentar.



_ Charlie! _ Choramingou minha mãe. _ Pare com isso, ela já vai devolver seu dinheiro, agora vamos embora.



_ Onde está o pai amoroso que sempre tive? _ Perguntei lutando para manter as lágrimas._ O que foi que fiz, para mudar tanto comigo?



_ Você não fez nada filha._ Disse minha mãe chorando. _ Chega Charlie vamos embora.



_ Quando venho pegar meu dinheiro?



_ Não precisa voltar aqui._ Disse Edward._ Deixe o número de sua conta que transferimos.



Vi meu pai jogar sobre a mesa um papel, provavelmente com o número da conta. E depois fitar meu ventre. Senti as mãos de Edward me abraçando, protegendo-me. Meu pai fez uma careta de nojo.



_ Tem certeza que esse filho é seu?_ Ele fez um gesto de negação com a cabeça nos encarando._ Talvez seja melhor não ser mesmo.



Essa pergunta nos deixou em choque, como assim ter certeza se meus filhos eram de meu marido. Ele estava o que... Louco?



_ Charlie, por favor._ Choramingou minha mãe puxando-o pelos braços._ Deixe a menina em paz.



_ Como ousa fazer tal insinuação, retire-se imediatamente de minha casa, ou esquecerei que é o avô de meus filhos e darei uma boa lição!



Eu tremia descontroladamente, acho que esse foi o único motivo que fez o meu pai sair ileso. Pois Edward estava agarrado a mim, sustentando-me. Porém tremia de ódio.



_ Filhos? _ Perguntou ele incrédulo._ Será pior do que comigo, já imaginou depois descobrir que eles não são seus.



_ Charlie não! _ Gritou minha mãe chorando._ Respeite o estado de Isabella.



Como assim descobrir depois que não são seus? O que ele estava falando? O olhei e dei um passo à frente.



_ O que o senhor estar querendo dizer?



Ele sorriu histericamente apontando pra minha mãe depois pra mim.



_ Pergunte a ela.



_ Estou perguntando ao senhor pai, o que está...



_ Pai? _ ele sorriu._ Eu não sou seu pai Isabella.



_ O que...?



_ Assim como você, eu pensava ser seu pai. _ Ele fuzilou minha mãe com o olhar._ A ardilosa de sua mãe me fez acreditar que era._ Ele olhou para Edward_ Por isso moleque, se certifique que esses filhos são seus, por que se ela puxou aos genes da mãe...



_ Não! _ O grito saiu de minha garganta sem meu consentimento, mas estava impossível manter-lo guardado.



_ Calma amor_ Disse Edward me sentando na cadeira e ficando em minha frente._ Se acalme, por favor._ Meu corpo todo tremia.



A minha frente minha mãe chorava puxando o homem que sempre pensei ser meu pai pelos braços.



_ Não cometa uma loucura Charlie._ Choramingava ela enquanto o puxava.

_ Ela precisa saber a verdade._ Ele gritava tentando voltar._ Eles tem que saber Renée!



_ Não, não é, eu lhe juro que não... Por que não acredita em mim?



_ Então de quem é? Teve outros Renée?



Um carro parou em frente a mansão e Carlisle saiu assustado. No mesmo instante que Esme voltava para perto de nós, com a bandeja nas mãos, que vendo a cena a sua frente deixou cair e correu para junto de nós.



_ Isabella, você está bem? _ Perguntou ela aflita.



_ Estou._ Respondi chorando.



_ O que está acontecendo aqui?_ Questionou Carlisle.



_ Não está acontecendo nada._ Disse minha mãe puxando Charlie.



_ Fique aqui com Bella mamãe._ Disse Edward se afastando.



_ Edward!



_ Amor, eu volto logo.



Ele se aproximou a passos largos de minha mãe e Charlie.



_ Já falaram o que tinha que falar com Bella agora...



_ Seu merdinha quem você pensa que é? _ Disse Charlie avançando para Edward dando um soco no ar.



_ Não! _ Gritei.



_ Você já passou dos limites Charlie._ Disse Edward_ Saia agora de minha casa.



Charlie avançou outra vez tentando acerta Edward, mas esse foi mais rápido e se disveciliou deixando Charlie tombar e cai no chão.



_ Charlie para com isso vamos embora._ Gritava minha mãe.



_ Cale a boca sua maldita a culpa disso tudo é sua._ ele se virou para ela estapeando seu rosto fazendo-a cair no chão.



_ Não bata em minha mãe. _ Gritei;_ Edward, por favor, faça algo.



Carlisle estava estático vendo toda cena sem se mover. Meu Deus por que ele não ajuda Edward.



Edward se aproximou dela estendendo a mão apara ajudá-la a se levantar.



_ Renée, venha...



_ Renée? _ Carlisle falou saindo do transe, que estivera envolvido.



_ Isso agora fale para todos, querida Renée._ Disse o homem que acreditei por anos ser meu pai sorrindo histericamente._ Diga por que nunca aceitamos esse casamento, diga como você foi ordinária e mentirosa.



_ Charlie não! Por Deus! Vamos embora._ Ela chorava descontroladamente._ Eu lhe juro que não é, acredite em mim.



_ Fale! _ Ele gritava para ela._ Fale, não ver onde você nos levou com sua mentira?



Ela chorava e ele se aproximava como um leão enjaulado, seu semblante demonstrava o quanto estava descontrolado, e nenhuma palavra que ela falava surtia o efeito de acalmá-lo como ela aparentemente esperava.



Ao meu lado Esme assistia tudo, atenta a cada palavra. Tentei me levantar e ela me ajudou.



_ Eles merecem saber não? _ Ele se aproximou dela, mas Edward ficou em sua frente.



_ Fique sentada Isabella.



_ Não eu quero saber toda verdade._ Disse me levantando ignorando as dores que estava sentindo desde o momento que Charlie baterá em minha mãe. _ Por que nunca aceitaram nosso casamento? _ Perguntei enquanto me aproximava. _ Eu quero saber.



_ Sua querida mãe...



_ Não! _ Minha mãe gritou. _ Não faça isso.



_ Sua queridinha mãe teve um caso com seu sogro querida._ Disse Charlie encarando Carlisle.



_ NÃO! _ Gritei sentindo as lágrimas em minha face e minhas pernas falharem e teria ido ao chão se Edward não tivesse corrido para me sustentar.



_ Quando conheci sua mãe ela trabalhava como secretária de Carlisle Cullen,_ Ele continuou falando como se nada estivesse acontecendo ao seu redor._ E logo depois apareceu grávida achei que era meu. _ Ele sorriu amargamente para mim e Edward. _ Fiquei feliz e logo propus casamento... Pouco antes de vocês aparecerem em minha casa e dizer que havia casados eu descobrir que não era seu pai e ela se nega a dizer quem o é, o que me nos leva a acreditar... Vocês podem ser Irmãos.



_ Não!_ Eu chorava e negava com a cabeça,_ Não isso é mentira.



A dor cada vez mais insuportável que estava sentindo em meu baixo ventre, junto com a angustia e o medo da cruel realidade que estava sendo pintada a minha frente me fez desfazer-me em lágrimas.



Edward me apertou meigamente contra seu peito, deixando-me presa em seus braços. Sentia os batimentos cardíacos dele que estavam tão descontrolados como os meus.



_ Calma amor. _ Resmungou ele, com sua voz entrecortada.



Levantei meu olhar para o dele e vi refletido neles o medo e a mesma dor que me consumia, deixando-me sem forças.



A dor se intensificou junto com a falta de ar, tudo girava em minha vista. Os braços dele estavam firmes ao meu redor, tentei me sustentar, mas não tinha forças e ao longe escutei suas palavras em forma de sussurro.



_ Eu estou aqui meu amor.



Eu queria pode dizer que estava com dor, queria pedir que ele não se afastasse de mim. A dor se intensificou deixando-me sem fala. Fitei a imensidão de mar azul que me olhava atormentado e aos poucos tudo foi se distanciando até que não vi mais nada.



Fim Por Bella.



(...) E de escolhas e de perdas é feita a nossa história. Não há nada que se possa fazer a não ser carregar por um tempo um peso sufocante de impotência...

Tati Bernardi




Continua...





5 comentários:

Daiane Vital disse...

Omg

LAV RIBEIRO disse...

MEU DEUS MAIS ESSA AGORA....

Jannáyra Menezes disse...

OMG!!!!! Que doidura.

Joelma Pacheco disse...

por favor isso n pode ser verdade

Bells disse...

Aff! Sem nexo esse finalzinho heim...nada a haver

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