FANFIC - O CARA DE JERSEY - CAPÍTULO 35

Olá Amores!!! Hoje vamos curtir o 35° capítulo de "O Cara de Jersey". Quer acompanhar a história desde o início?Clique aqui.


Autora : Nana Medeiros
Categorias: Saga Crepúsculo
Classificação: +18 
Gêneros: Romance
Avisos: Sexo





Capítulo 35




No capítulo anterior...



– Minha cunhada, Isabella… ela – Rosalie não conseguia terminar a pergunta.

– Venha comigo por favor, não tenho permissão para falar sobre o quadro clínico da paciente, os médicos irão falar com a senhorita. – A enfermeira disse e por algum motivo se sentiu sensibilizada com o sofrimento da jovem a sua frente, então esticou a mão para ela a encorajando.

Rosalie aceitou a mão da mulher de meia-idade e seguiu com ela, temendo a verdade. Já prevendo o sofrimento do irmão. Lembrando-se que a horas ela não tinha notícias de Anthony e Emmett


– Venha comigo por favor, não tenho permissão para falar sobre o quadro clínico da paciente, os médicos irão falar com a senhorita. – A enfermeira disse e por algum motivo se sentiu sensibilizada com o sofrimento da jovem a sua frente, então esticou a mão para ela a encorajando.

Rosalie aceitou a mão da mulher de meia-idade e seguiu com ela, temendo a verdade. Já prevendo o sofrimento do irmão. Lembrando-se que a horas ela não tinha notícias de Anthony e Emmett

Continua...


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– Aconteceram alguns agravantes no quadro clínico de Isabella e ela está inconsciente, porém conseguimos estabiliza-la… só que infelizmente não sabemos ao certo quando ela iria acordar, podemos afirmar que dentro de alguns dias. Fizemos o que pudemos durante a cirurgia mas Isabella chegou aqui com muitas convulsões e tivemos de fazer uma cesariana de emergência para salvar sua filha, não tivemos como nos concentrar apenas no tumor no momento, foi uma corrida contra o tempo, salvamos a bebê e estamos cuidando de Isabella.

As palavras pareciam não fazer sentido para Rosalie, a sua volta tinha uma ordem de médicos competentes, mas o caso de sua cunhada era grave o bastante para ela saber que nem todos os médicos ali reunidos poderiam fazer o milagre que só Deus poderia operar naquele momento delicado.

Rosalie não conseguia responder ou fazer perguntas. Os médicos continuavam a explicar usando palavras dentro de seus termos técnicos e isso era demais para Rosalie acompanhar, tentando serem mais específicos possíveis mas nada fazia sentido naquele momento de choque que ela estava.

Na sua mente duas imagens se formavam; A primeira era de sua cunhada em coma e respirando com a ajuda de aparelhos que a mantinha viva e aquecida.

E a outra imagem era de sua sobrinha enrolada numa manta cor-de-rosa e chorando com fome num berço.

– A senhorita que ver sua sobrinha agora? – Um dos médicos disse, e Rosalie despertou de suas imagens assustadoras e ao mesmo tempo melancolicamente tristes.

– Aham… - Rosalie assentiu e foi escoltada para fora da sala de reuniões que foi levada a pouco mais de vinte minutos atrás pela simpática enfermeira que lhe ofereceu a mão como apoio.


Com as mãos apoiadas no vidro do berçário, Rosalie olhava para a sobrinha com uma expressão indecifrável, lágrimas silenciosas desciam por seu rosto sem que ela se importasse em secá-las.

Duas mulheres passam por Rosalie no corredor frente ao berçário, quando ela ouviu uma delas dizer a outra. – Olha aquela mulher, ela olha tão estranho para os bebês… Ela não parece ser mãe de nenhum deles ali.

– E não é, ouvi as enfermeiras comentando que ela é tia de uma bebê que a mãe entrou em coma… - Rosalie ouviu a mulher responder para a outra.

Rosalie ignorou as duas mulheres.

Em outro dia ela teria xingado aquelas mulheres ou até mesmo ter dado uns bons tapas nas duas, seu sangue quente e sua personalidade forte e quase sempre mau-humorada e irritada fazia Rosalie ser assim, mas hoje não. Não naquele momento de dor, seu peito estava sangrando.

Rosalie chorava pela pobre menininha deitada naquele bercinho de acrílico e enrolada por uma manta hospitalar, mas que não parava de sacudir as pequenas perninhas.

Sangrava também pela dor do seu irmão quando chegasse a aquele hospital e encontrasse a esposa em coma. Ela não teve coragem de ligar para ele avisando sobre o nascimento da filha, e muito menos sobre o estado de saúde da Isabella. – Pobre Isabella – pensou Rosalie, ao passar um breve filme por sua mente dos últimos anos na companhia de sua cunhada, nas alegrias que ela trouxe para seu irmão e também nas incontáveis brigas que teve com ela desde a primeira vez que a viu naquela seleção de modelos para a revista Marc.

De como Isabella era naquele tempo e na diferença da pessoa que ela havia se tornado hoje na vida do irmão…e até mesmo na dela. Rosalie hoje, mais amadurecida sabia que ao Isabella expulsa-la daquela revista, acabou fazendo um bem para ela. Mesmo que ela não dê o braço a torcer.

– Rosalie! – Uma voz a gritou.

Rosalie virou-se e viu seu irmão com as roupas sujas, e logo atrás dele estava Emmett, com Shanti abraçada a ele.

– Ed! – Rosalie gritou e correu para os braços do irmão.

– Onde ela esta? – Anthony separou-se do abraço e perguntou urgente a irmã.

– Sua filha está ali, no berçário. Venha, vou te mostra-la! – Rosalie puxou o irmão pelo braço e sorriu triste para Emmett e Shanti que estavam atras de Anthony, fazendo Shanti se entregar as lágrimas e ser abraçada e confortada por Emmett.

– Ela é linda… é como a mãe… - Anthony tinha a voz embargada – Preciso ver minha esposa!

– Espere! – Rosalie o chamou a atenção.

– Procure os médicos… - Rosalie disse e Anthony cerrou o cenho com um olhar interrogatório a Rosalie, e sem precisar perguntar nada Rosalie já tentava explicá-lo.

– Eu não entendo muito… mas – Rosalie respirou fundo e suas lágrimas a traíram.

– O que está acontecendo, Rosalie! – Anthony agarrou os braços da irmã.

– Senhor Masen – Um médico o chamou.

– Sim… - ele respondeu encarando o médico, tentando lembrar-se dele de alguma reunião que teve sobre a saúde de Isabella, mas estava tão atordoado que o rosto do médico mesmo que não lhe fosse estranho, ainda assim ele não lembrava.

– Pode acompanhar-me, por favor.

Anthony ainda virou-se e encarou a irmã, seu cunhado, e Shanti que havia sido criada dentro de sua casa sobre as suas vistas…tinha por ela um sentimento de pai.

Ele forçou seus pés a seguir o médico. Ele puxava com força os cabelos, tentando controlar o desespero que ameaçava transbordar a qualquer momento – mantenha calma – ele pensou, enquanto seguia o jovem, porém competente neurocirurgião.



Minutos depois as pessoas que passavam pelo corredor do lado de fora da sala de reuniões podiam ouvir o marido desesperado gritar com os médicos e cobrar-lhes o que não era possível, só Deus poderia lhe dar o que ele queria no momento…

– Falamos sobre os riscos, Senhor Masen! – A voz de um dos médicos mais experientes era ouvida pelo corredor, ele ponderava as palavras, transmitia calma e profissionalismo.

– Entrem lá e operem a minha mulher! Eu lhes paguei tudo o que foi me cobrado! – Anthony gritou e um barulho que parecia ter sido um murro na mesa foi ouvido.

– Não podemos leva-la para a cirurgia mais uma vez, e não tem lógica em fazermos isso agora. – um outro médico explicou, mas a voz de uma mulher, a única médica na equipe foi ouvida.

– Senhor Masen, entenda. Vamos opera-la, vamos tirar aquele tumor da cabeça dela se for possível, mas agora sua esposa precisa se recuperar, precisa estar forte para uma nova cirurgia…

– Ela está em coma! E você vem me dizer em descanso! – Anthony ainda gritava.

– O corpo dela entrou em coma exatamente por precisar de descanso… é uma forma natural, mas o coma dela é apenas clínico, não é profundo…ela irá acordar.

– E a biópsia, quando fica pronta? – Anthony já moderava o timbre de voz.

– Foi recolhido uma pequena amostra do tumor, e ainda não sabemos se é maligno ou benigno. Estamos esperançosos que seja apenas um tumor - uma célula não cancerígena - assim poderemos analisa-la melhor e talvez até retira-la completamente. E mesmo que não seja possível retira-la poderemos trata-la com homeopatia.

Do lado de fora daquela sala, nada mais se ouvia. Até mesmo os berros do marido furioso que sofria pelo estado delicado de sua esposa.

Os curiosos que ouviam toda a discussão pelo corredor foi surpreendido pela porta sendo aberta bruscamente, um homem com uma camisa suja sairá de lá com a face derrotada, os olhos inchados e a dor que ele sentia era visível.

Anthony passou pelos curiosos que estavam no corredor sem ver qualquer uma daquelas pessoas a sua frente, ele caminhava a passos firmes para o encontro de sua irmã. Ele precisava dela naquele momento, precisava banhar-se e trocar de roupa, ele foi avisado que não poderia ir até a UTI ver sua esposa no estado que estava.

– Rosalie, vá até o apartamento da minha mulher e busque lá por roupas limpas,prepare em uma maleta com objetos de higiene pessoal, vou ficar aqui. Vou ver minha filha mais uma vez até que você volte para que eu possa ver minha mulher.

– Eu não demoro! – Rosalie levantou-se e Anthony lhe jogou a chave do carro.

– Leve Shanti com você! – Anthony disse ainda muito sério.

– Não! Eu quero ver a Isa! Ela está aqui por minha culpa, se eu não tivesse sido tão descuidada ela…

– Não diga isso Shanti, a culpa é daquele infeliz! – Anthony disse, lembrando-se de horas atrás quando chegou a aquele maldito galpão.

– Ok, eu volto logo, ed! Venha Shanti.

Emmett levantou da cadeira e olhou para seu cunhado. – Eu vou ficar aqui com você…

– Eu lhe trago roupas também! E um café…está péssimo. – Rosalie beijou brevemente os lábios do namorado e partiu, com Shanti de braços dados a ela.



O dia já estava amanhecendo.



– Iremos pega-lo cunhado! Não se preocupe, aquele filho de uma puta não vai escapar assim tão facilmente!

– Eu devia imaginar que ele não estaria lá … - Anthony disse baixo, ambos estavam parados olhando a bebê que dormia tranquilamente do outro lado do vidro.

– Ele queria chamar nossa atenção… - Emmett disse, mas seu raciocínio foi além. – Ou nos distanciar a atenção de algo…

– Acha que ele viria atrás de Isabella? - Anthony olhou pro cunhado pelo canto do olho e logo voltou a observar a filha, a pequena bebê que ele ainda não tinha tido a oportunidade de segurar. – Será que esperava que eu fosse atrás de Shanti e deixasse Isabella exposta para ele?

– Talvez… - Emmett ponderou, logo lembrando do lugar onde estava Shanti. – Ele não agrediu nossa menina, ele a levou para chamar nossa atenção. Ele só pode estar tramando algo muito maior.

– Liguei para o detetive e pedi que me avisasse se tivesse notícias daquele crápula. – Anthony informou a Emmett.

– Isso é bom! – Emmett disse, e passaram-se dois minutos até que ele voltou a falar, cortando a breve pausa na conversa deles. – Ela é tão pequena e tão linda! E tem os olhos da Isa…

– Ela é perfeita… - Anthony disse orgulhoso da filha.


– Aqui está… tem tudo que vocês precisam ai! – Rosalie entregou as sacolas de roupas a Anthony e Emmett. – Shanti está em casa, dei a ela um remédio calmante e ela dormiu…mas Marie não parava de falar quando sai do apartamento da Isa.

– Ela está preocupada… - Rosalie concluiu pensativa.



Pouco tempo depois…



– Está bem melhor assim – Rosalie falou a Emmett que chegava a sala particular de espera após ter tomado um banho. – Onde está meu irmão?

– Ele foi direto para a UTI, foi ver a Isa - Emmett informou enquanto abraçava a sua amada namorada.






– Meu amor! – Anthony sussurrou próximo ao ouvido de Isabella, que estava totalmente inconsciente naquela maca, cercada por aparelhos e seus bip’s angustiantes.- Nossa filha é tão linda…preciso que volte para nós, volte pra mim meu amor! – Ele chorava beijando a testa de sua esposa.

Isabella tinha os olhos inchados e arroxeados, assim como seus lábios. Suas mãos estavam presas por tiras a grade da maca, os médicos temiam que ela acordasse a qualquer momento e se apavorasse. Ou tivesse uma outra convulsão.

Anthony puxou a única poltrona do quarto para próximo da maca e sentou-se, sentindo o cansaço do corpo… ele nem ao menos percebeu quando descansou a cabeça sobre a maca, com o rosto virado para Isabella e a olhando ele pegou no sono.






Horas mais tarde ele acordou com torcicolo, esticou o corpo sentindo as pernas formigando e inchadas por conta da posição não favorecer a circulação sanguínea para os pés.

Ele olhou para sua esposa e ela estava do mesmo jeito, dormia alheia a tudo que acontecia a sua volta. Foi impossível ele não lembra-se das semanas que passou no hospital á pouco tempo atrás quando Isabella teve sua primeira convulsão, quando ele descobriu sobre a saúde de sua esposa.

Foram semanas dolorosas, mas nada comparado á aquele momento.

Seu corpo e suas necessidades humanas começavam a lhe cobrar, ele precisava comer. Tinha passado quase todo o dia ali naquele quarto, na maioria dormindo.

– Eu não demoro amor. – Ele disse a esposa adormecida, e beijando os lábios de Isabella ele deixou o quarto.

Com cuidado tirou o avental hospitalar e colocou na ante-sala, seguindo pelo corredor ele tomou o elevador que o levaria ao primeiro piso, onde lhe foi informado ter uma lanchonete e um pequeno restaurante self-service.

Olhou seu relógio de pulso e era por volta das oito da noite, pegou seu celular do bolso e buscou o número de sua irmã, sentando-se em uma das mesas logo após pagar por um café, waffles com ovos mexidos e bacon.

Na primeira mordida seu estomago implorou pela comida, havia muitas horas que ele não se alimentava…

– Rosalie… e então, eu apaguei, alguma novidade? – Anthony perguntava com a boca cheia de sua refeição.

– Estamos aqui no apartamento da Isa, Shanti está jogando vídeo game com Emmett na sala de TV, e eu estou preparando a janta com a ajuda de Marie… por aqui tudo igual, e ai no hospital, alguma novidade?

– Nada…esta tudo do mesmo jeito desde quando peguei no sono…

– E minha sobrinha, como ela está?

– Vou terminar de comer e passar la para dar mais uma olhada nela antes de voltar pro quarto de Isabella… - Anthony disse baixo, a dor presente fazendo ele esquecer de sua refeição a sua frente e ficando sem palavras…

– Tudo isso irá passar irmão… - Rosalie disse do outro lado da linha, o silêncio de Anthony deixava evidente a sua dor, fazendo Rosalie secar com as pontas dos dedos as lágrimas que desciam por seu rosto. – Logo a Isa será operada, irá acordar e minha sobrinha vai estar por aqui, chorando o tempo todo e não deixando vocês dormirem a noite… - Rosalie forçou uma risada, mas estava difícil demais.

– Não conte nada a Jess, caso ela ligue. – Anthony pediu.

– Não podemos esconder isso dela, ela é como irmã para Isabella… - Rosalie foi contra.

– Mas ela está gravida…não queremos mais um bebê nascendo antes da hora.

– Nisto você tem razão, mas não posso-lhe garantir que vou conseguir esconder de Jess por muito tempo… se ela ligar, irá perceber em minha voz que existe algo errado acontecendo e vai ser difícil continuar omitindo isto dela…

– Você tem razão irmã… - Anthony bufou, concordando por fim.

– Deve estar comendo alguma porcaria ai…termine de comer e me ligue mais tarde, depois do jantar…sei que você irá segurar minha sobrinha – Rosalie comentou, tendo um pouco mais de animação em sua voz. – Queria tanto estar ai e poder segurá-la… mas também tenho de manter a paz por aqui… - Rosalie sorriu forçado.

– Nos vemos amanhã! – Anthony disse do outro lado da linha.

– Até amanhã. – Rosalie desligou o telefone e encarou Emmett e Shanti concentrados num jogo de boliche. Ela imaginou se poderia mentir pra sí mesma – vendo aquela cena – de que nada estava acontecendo… Mas ela não conseguiria enganar a si mesma, porque ela sabia que era impossível isso acontecer…a dor estava presente em todos.





Mas tarde naquela noite, após passar no berçário e apenas poder ver a filha através da encubadora, Anthony voltou frustado para o quarto UTI de sua esposa… cansado, e com uma dor no peito que ele nunca havia sentido igual.



No dia seguinte, após uma noite praticamente sem dormir, Anthony encontrou o que não esperava em sua maleta arrumada por Rosalie… era um pequeno envelope de cor parda

Ao abrir, um papel dobrado bem pequeno caiu, Anthony se abaixou para pega-lo e reconheceu a letra da mulher que estava a anos na companhia de sua esposa, Marie.

A letra trêmula e pequena era da mulher que por muitas vezes escrevia bilhetes e grudava na geladeira, avisos comuns a Isabella, coisas do dia-a-dia. O bilhete dizia: ‘’toque para ela’’, Anthony tirou dali um pequeno pendrive, então ele olhou o quarto todo imaginando como iria ligar.



– Por favor, eu preciso de um pequeno parelho de som. – Anthony disse no posto de enfermagem no corredor do quarto de Isabella. Uma enfermeira encarou a outra e isso o irritou. – Qual é! Vão ficar me olhando, ou vão me dizer o quanto eu tenho que pagar para conseguir um?

– Eu tenho um aqui… - A enfermeira disse cautelosa. – Mas não pode tocar alto, é proibido aqui, além de não ser nem seis da manhã.

Anthony voltou para o quarto com o aparelho e o ligou a tomada, logo conectando o pendrive… e surpreendeu-se com a música lenta, a balada romântica.

– Porquê este cantor – Anthony se perguntou, sentando-se e prestando atenção na letra da música. Era de Elvis Costelo.

N/A: Ouçam, é uma ordem! Rs

She - Elvis Costelo.


Ela

Pode ser a razão pela qual eu sobrevivo

O porquê e pelo que eu estou vivo

A pessoa que cuidarei durante os rudes e fáceis anos

Pegarei suas risadas e suas lágrimas

E farei delas minhas lembranças

Para onde ela for, eu tenho que estar

O sentido da minha vida é

Ela, ela, ela



A música suave tomou o ambiente, Anthony parou frente a janela e observou pela vidraça o dia clarear, era pouco mais das seis da manhã e o dia nascia na cidade de NY, agitado. O trânsito sempre um caos…muitos táxis amarelos era vistos do alto do prédio… Mas ali dentro daquele quarto, tudo estava parado…sua felicidade estava adormecida, ligada a aparelhos…O som dos bip’s se misturavam aos aparelhos.

Ele mal percebeu mais uma lágrima descia por seu rosto, quando ele ouviu a voz fraca e harmoniosa.

– Bom dia, amor! – Ele virou-se em direção a maca, de onde vinha a voz e pensou estar imaginando coisas, mas seu coração alegrou-se quando ele viu sua esposa sorrir para ele.

– Bela mia! – Ele disse, soltando a voz com um suspiro doloroso, aliviado e esperançoso!



Continua…




6 comentários:

Anônimo disse...

nossa esse capitulo superou tudo foi simplesmente lindo amei vce e demais espero anciosa por mas um capitulo que bom que bela esta se recuperando beijos e uma noite abençoada para vce

Anônimo disse...

Está cada dia mais emocionante os capítulos, amei.

Anônimo disse...

A-M-E-I esse capitulo foi lindo anciosa pra amanhã

Joelma Pacheco disse...

chorando esse cap. me deixou muito emotiva !!!!!!!!

Anônimo disse...

Nossa que lindo..chorei aqui! bjs jannayra

Bells disse...

Meuu...tdo lindo...
Bella sendo Bella!
Aii q tudo...cap perfeito.

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