FANFIC - O CARA DE JERSEY - CAPÍTULO 34

Olá Amores!!! Hoje vamos curtir o 34° capítulo de "O Cara de Jersey". Quer acompanhar a história desde o início?Clique aqui.



Autora : Nana Medeiros
Categorias: Saga Crepúsculo
Classificação: +18 
Gêneros: Romance
Avisos: Sexo





Capítulo 34



Finalmente o grande dia de Jessye havia chegado. E com toda pompa o casamento se realizaria no Plaza, as cinco da tarde de sábado…

– Omg! Nem acredito que minha melhor amiga vai finalmente se casar! – Isabella entrou na suite, encarando Jessye sentada em uma poltrona, respirando fundo e soltando o ar devagar, controlando sua crise de ansiedade.

Então Isabella tratou de acalmar a si mesma, e parou atrás de sua amiga pondo as mãos sobre seus ombros, encarando seus reflexos no espelho a frente, na penteadeira dourada que estava repleta de objetos embelezadores… objetos de tortura. Diria a própria Jessye a alguns anos atrás. Quando era apenas secretária pessoal de famosa Rainha de gelo, a mulher mais temida do mundo da moda, e também a mais nova e bem-sucedida mulher que ela havia conhecido em sua vida. Sua diva!

– Se acalme amiga! – Isabella disse sorrindo, e logo baixou para dizer bem próximo do ouvido de Jess – A parte mais complicada do casamento você já superou!

Jess a encarou, e alguns segundos foi necessário para ela entender.

– Oh! Isa… - Jess ficou acanhada, e isso fez Isabella gargalhar da amiga.

– A vamos lá! Você conseguiu superar uma virgindade tardia! – Isabella disse ainda debochando da amiga, tentando faze-la relaxar, deixar ao menos parte da tensão para trás.

Neste momento a cerimonialista entrou no quarto, segurando uma especie de cronometro e anunciou – Entraremos em vinte minutos, meninas!

– Ela diz isso como se anunciasse um show de circo! – Jess resmungou quando a mulher de aparência gélida deixou o comodo.

– Pra ela é! – Isabella disse, pegando o pincel do blush e caprichando um pouco mais na maquiagem de Jess.

– Obrigada! – Agradeceu a amiga.

– É apenas um pouco mais de blush! Um pouco mais de cor nesta cara pálida, ex-virgem! – Isabella ainda ironizava, quando Jess se levantou e surpreendeu Isabella com um abraço forte e caloroso.

– Own amiga… por favor, não chore! Uma noiva com rímel borrado não é nada elegante!

– Obrigada! – Jesse repetiu, e desta vez Isabella não fingiu não entender o quê sua amiga a agradecia.

– Eu é quem tenho de agradecer a você, principalmente por não ter desistido de mim!

– Eu sabia que por baixo daquela armadura vermelha, existia um coração bom! – Jess afastou o abraço da amiga, ajeitou um cacho que caia sobre o rosto de Isabella, e sorriu.

– Esta na hora do show! – Ela concluiu, no minuto seguinte entrava no quarto um equipe da organização do casamento, mais as damas de honra para escolta-la até o altar.

Isabella era quem entraria no salão com Jess, a levando até o altar. Para ambas, a família era algo inexistente, e por esta semelhança em suas vidas, foi que uma se agarrou a outra, e hoje eram como irmãs.

Isabella sorria para a amiga e para as pessoas no salão luxuoso do Plaza Hotel, de braços dadas, uma apoiando a outra, como era de costume nos últimos três anos, quando Jessye finalmente conseguiu descongelar o coração de Isabella.

Anthoy estava no altar, assim como Mike, o noivo gigante de Jessye.

Com lágrimas nos olhos, Isabella beijou a bochecha da amiga-irmã e passou sua mão a Mike Ford, o felizardo que teria a melhor esposa e companheira pra sua vida.

Logo, Anthony segurou a mão da esposa, e o pastor iniciou a cerimônia.

Com votos tradicionais, e versos de romeu e julieta, Jessye e Mike se uniram aos olhos de Deus. Ela vestia um lindo vestido de tule cor-de-rosa, que disfarçava bem sua barriguinha de quase cinco meses, ainda tão pequena para a metade da gestação. Um laço seda estava logo abaixo de seu busto, acinturando o vestido que tinha um busto tomara-que-caia totalmente bordado de pedrarias e cristais por cima da seda e renda francesa no mesmo tom do rosa pálido de seu vestido. Na cabeça, apenas uma linda casquete francesa, com rosas de tecido e o curto tule que cobria parte de seu rosto. Ela estava linda, elegante e incrivelmente meiga dentro daquele vestido delicado e refinado.

Isabella vestia seda soltinha, deixando sua barriga enorme de oito meses bem confortável, em um tom de chá, com aplicações azul-celeste. E também usava um arranjo floral na cabeça no mesmo tom de azul. As damas de honra, vestidas também de azul-celeste, combinavam mais com a decoração da festa.

A maioria das jovens que estavam ali como damas de honra, Isabella não tinha noção de quem eram, apenas sabia que eram meninas que trabalhavam na Revista.

Na primeira fileira de bancos, estava Marc com seu novo namorado, e ao que tudo indica, era sério, estava mais apaixonado por este que pelo último namorado, isso Isabella tinha certeza!



– Eu estou morta de cansaço! – Isabella resmungou, tirando as sapatilhas baixas de seus pés inchados, as jogando para de baixo da mesa da festa.

– Podemos ir embora quando quiser. – Anthony sussurrou apenas para a esposa, que negou com a cabeça.

A festa havia começado a menos de duas horas, ainda não tinha partido o bolo, e o casal faltava abrir a pista de dança, Isabella fazia questão de presenciar a felicidade de sua amiga-irmã.

– Oi cunhado! – Emmett chegou á mesa abraçado com Rosalie, que parecia irritada mais do que o normal.

– Ola irmã! – Anthony respondeu apenas a irmã, as vezes ele era tão irracionalmente ciumento a respeito da irmã, que beirava o ridículo.

– Oi! – Ela bufou, se jogando na cadeira ao lado de Isabella, e logo acarinhando o ventre de sua cunhada, se limitando a sorrir para Isabella, que sorria de volta.

– Esta festa não está nem um pouco animada! – Emmett disse olhando em volta, bebendo o liquido de sua taça de uma vez só. Ele reclamava como uma criança.

– Devia ter mais respeito pela minha amiga! – Isabella o alertou, mas de forma leve e divertida.

Ele sorriu e sibilou um pedido de desculpas.

– Então, já decidiram o nome de minha sobrinha? – Rosalie perguntou entusiasmada, era uma das poucas coisas que fazia os olhos dela brilharem, além de seu namorado.

– Ainda não decidimos! – Isabella respondeu encarando brevemente o marido, que lhe roubou um beijo.

– Não vi Shanti depois da cerimônia. – Rosalie comentou, e isso pareceu alertar algo em Emmett, ele a tinha como a irmã caçula que nunca teve.

– Vou procurar por ela! – Ele disse levantando-se.

Rosalie esperou até que Emmett sumisse a suas vistas para soltar o que a incomodava.

– Ele quer firmar compromisso, já expliquei que eu o amo, mas não estou pronta!

– Ual! Isso é demais! – Isabella torcia pela felicidade dos dois.

– Rosalie esta certa amor, e nem ao menos Emmett está pronto para um relacionamento mais sério!

– Não concordo com isso! – Isabella discordou do marido.

– Ele nem ao menos tem um emprego decente…contínua naquela portaria, e o pior! Se contenta com isso!

– Anthony! – Isabella ralhou com o marido.

– Meu irmão tem razão Isa! – Rosalie disse triste, mas Isabella se perguntou desde quando sua cunhada a chamava pelo apelido que Jess havia a colocado.

– Mas seu irmão pode cuidar disso! – Isabella olhou para o marido e continuou. – Porquê não lhe ensina os negócios da família, logo ele fará parte dela mesmo!

Anthony claramente queria gritar não! Mas olhou para Rosalie que por algum motivo parecia apreciar a ideia.

– Não acho isso uma boa ideia!

– Porquê não? – Rosalie perguntou, encarando o irmão. – Afinal aquilo lá também me pertence… e se o emprego do meu namorado o incomoda tanto, deveria lhe apresentar a vida no campo…rodeado de queijos! – Rosalie terminou sua frase com um leve tom de ironia, fazendo Anthony torcer os lábios, contrariado.

A pequena discussão familiar foi interrompida por Mike, que chamava a atenção de seus padrinhos de casamento, então Isabella voltou a calçar suas sapatilhas e ambos levantaram indo em direção a mesa dos noivos, deixando Rosalie sozinha a mesa.

Isabella se preparou para um discurso desnecessário – assim julgava Isabella – por já ter dito tudo o que sentia a amiga, e de forma particular. Achava ridículo se expor para toda aquela gente, que na maioria eram convidados do noivo, incluindo a família dele também.Mas ela respirou fundo, disse algumas palavras bonitas, seguida por Anthony. Todos aplaudiram,brindaram e foram para parte do bolo.

Quando Isabella e Anthony foram dispensados, o casal recém-casado abriu a pista de dança com uma valsa coreografada, enquanto Isabella e Anthony seguiam de volta para sua mesa, vendo que Rosalie já não estava mais sozinha.

– Encontrou a Shanti? – Isabella perguntou.

– Não! Rodei quase todo o saguão do hotel, e todos os banheiros do salão e nada daquela pirralha!

– Estranho. – Isabella murmurou quase que pra si mesma.

Anthony se preocupou, mas manteve sua aparente calma superficial.

Toda a festa chegava ao fim, com as fotos tradicionais, e logo a partida do casal, e Shanti ainda não havia aparecido.

– Esta mandando um torpedo para Shanti? – Anthony perguntou a esposa, que digitava de forma ágil no celular.

– Sim, ela disse que iria conosco para a fazenda, já que Jess esta saindo de lua-de-mel! Não queria ficar sozinha na cidade…onde será que aquela garota se enfiou? – Isabella resmungou, olhando mais uma vez em volta, mas Shanti não parecia estar em qualquer canto do salão de festa.

O casal deixou o Plaza sobre uma chuva de pétalas de rosas brancas, e enquanto todos os felicitavam, Isabella estava tensa ao lado do marido.

O carro todo enfeitado e escrito Recém-casados, partiu pela avenida.

A festa havia chegado ao fim, e teria sido perfeita se Isabella não tivesse tão preocupada com o sumiço repentino de Shanti.

– Vamos para o apartamento, logo Shanti dará notícias! – Anthony disse a esposa, então se despediram de Rosalie e Emmett e seguiram para o carro.

Durante o trajeto até o apartamento, Isabella mantinha o celular em uma das mãos, que repousava sobre o ventre enorme. Anthony dirigia em silêncio, em momentos a encarando pelo canto do olho.

Já era por volta de meia-noite, e nada de Shanti.

Isabella não estava bem, sentia a cabeça pesar com a forte dor, e enjoos se misturarem a aflição que sentia. Marie já havia preparado e lhe servido mais de três xícaras de chá de ervas calmantes. Mas nada a fazia relaxar.

Anthony estava ao telefone, falava com a polícia e quase gritava ao telefone de tão nervoso, irritado por eles não lhe darem ouvidos, havia apenas algumas horas do sumiço de Shanti, e eles não consideravam como sequestro ou coisa parecida.

Logo Emmett e Rosalie chegaram ao apartamento, Anthony e Emmett iriam se juntar para fazer uma busca pela cidade a procura de Shanti.

– É ridículo o fato de não podermos contar com a polícia! – Anthony disse, jogando o aparelho telefônico no sofá.

– O que acha de subirmos Isa…descansar um pouco! – Rosalie estava preocupada com a cunhada.

– Não dá! É impossível me manter calma com Shanti por ai, e ainda com aquele maniaco a espreita!

Foi então que todos fizeram a ligação. Até o momento, nem ao menos Anthony pensou em Aro, ou desconfiou que ele poderia estar por trás do sumiço de Shanti.

Então, a suspeita plausível caiu como uma bomba, Emmett já estava de pé e Anthony travava a mandíbula, com os olhos vidrados em fúria.

– Oh Deus! – Rosalie choramingou.

O celular de Isabella começou a vibrar sobre a mesa de vidro, fazendo os quatro olharem em sua direção. Despertando do transe, Anthony correu para pegar o aparelho antes de Isabella.

Era uma mensagem… vinda do celular de Shanti! Por um segundo ele sentiu a dúvida e medo de ler o que continha naquela mensagem. Poderia ser algo bom, e pôr fim a toda aquela aflição. Mas também poderia ser a confirmação de todo o caos e perigo que atingia a vida de todos ali, principalmente a de Isabella.

Tomando coragem, ele abriu a mensagem… e estava lá, tudo o que ele temia.

‘Traga meu dinheiro para o endereço a baixo, e sua aprendiz de prostituta estará livre. A.V.’

O endereço era de um galpão em uma área deserta no Broklin.

As mãos de Anthony suavam frio, seus olhos foram para Isabella, que o encarava com o medo estampado em seus olhos. Ela esperava a resposta.

Mas ele não conseguiu dizer uma palavra.

– Naaaaaaaaaaaão! – O grito abafado durante todas aquelas horas de tortura rompeu o peito de Isabella, e ela num movimento brusco demais para sua situação, ela tonteou e caiu, já totalmente desacordada.

Todos correram em sua direção, mas não teve tempo de segurar-la, antes que seu corpo se chocasse com o chão duro de mármore. Isabella se debatia, tendo uma brusca convulsão.

– Ligue para o médico, Rosalie! – Ele ordenou enquanto já carregava Isabella em seu colo para fora do apartamento.

Rosalie tremia dos pés a cabeça, enquanto as lagrimas desciam de forma desesperada por seu rosto. E Emmett parecia querer chutar tudo que via a sua frente.

Anthony alcançou o elevador, amaldiçoando a vida na cidade. A demora, o tempo até descer todos os andares… tudo era lento demais para seu desespero, enquanto Isabella se debatia em seus braços, com os olhos entre abertos, apenas mostrando o branco dos olhos, era uma convulsão forte, ainda mais forte do que naquela maldita manhã na fazenda.

Correndo como um louco, segurando Isabella com força, ele alcançou a ferrari de Rosalie, e colocou no banco traseiro sua esposa com cuidado, fazendo Rosalie sentar-se com ela.

Ele assumiu o volante e dirigia feito louco, esquecerá totalmente que Shanti estava nas mãos daquele bandido imundo. Mas se esquecerá também, que deixará para trás um Emmett totalmente transtornado, chutando coisas pelo apartamento, xingando e urrando como louco, e também o celular de Isabella, com a maldita mensagem.

No caminho até o hospital ele gritou ao celular, com o mesmo conectado ao viva-voz do carro. Ele falava com os médicos. Exigia uma equipe pronta para atender sua esposa assim que freasse a frente do prédio do hospital.

E assim foi, ou quase… nem metade dos médicos que ele havia contratado estava de plantão. Mas os presentes estavam ali na portaria quando ele freou de forma brusca o carro. O restante já estavam a caminho, alguns em outras cidades, mas que viriam de helicóptero.

Isabella foi levada numa maca, por uma equipe a rodeando. Eles já ligavam aparelhos a ela, que estava completamente inconsciente.

Anthony estava com a camisa branca de seu terno aberta e amassada, ainda vestindo a calça e sapatos elegantes que usou para a festa de casamento de Jess naquela tarde. Ele viu a esposa ser levada por um extenso corredor, e sumir por alguma das portas que eram proibidas para ele.

Andou por quase meia hora de uma lado ao outro, gritava, urrava, chorava, já na sala particular do hospital.

Rosalie estava sentada, aflita, vendo o sofrimento do irmão e temendo pela vida de sua cunhada e sobrinha, que mesmo antes de nascer ela já amava imensamente.

Só então ela lembrou de seu namorado, que havia ficado no apartamento sozinho e totalmente descontrolado.

– Emmett!

Anthony parou e encarou sua irmã, a loucura passando por seus olhos.

– Shanti! – Ele quase rosnou. – Aro! Eu vou matar aquele infeliz! – Ele disse saindo da sala, com Rosalie correndo a sua cola.

– Ed! Irmão, onde você vai? – Rosalie gritava pelo corredor atrás do irmão.

Ele parou bruscamente virando-se para irmã – Fique aqui Rosalie, e me mantenha informado de tudo que estiver acontecendo! Eu vou atrás daquele infeliz!

Rosalie paralisou como uma estátua de gelo, travada no lugar, sentindo um frio assustador passar por sua espinha. O terror, o medo de perder seu irmão, seu namorado, e ainda sua cunhada e sobrinha naquela noite lhe assombrou como nada na vida até aquele momento a fez temer.

Eram muitas vidas em risco, e todas de pessoas que ela amava, tudo em uma só noite! Era demais para ela.

Anthony dirigia pelas ruas de Nova Iorque, cortando o trânsito como nunca fez.

Naquele momento ele parecia a louca motorista que bateu em sua velha caminhonete de queijos a quase três anos atrás, e que agora estava em uma mesa de cirurgia lutando pela vida.

E tudo por conta de uma só pessoa, de uma odiosa pessoa, se é que aquele ser poderia se chamado assim. Naquele momento, Aro era ainda mais, mais do que nunca o seu pior inimigo.

Anthony podia sentir o gosto de sangue na boca, sentia sede de vingança. Ele precisava ir atrás de Shanti e lhe trazer com segurança, mas sentia vontade de matar com as próprias mãos aquele velho nojento.

Então lembrou que seu cunhado deveria estar naquele momento a caminho de fazer o mesmo que ele desejava. Então com apenas um número na discagem rápida, ele ligou para Emmett, que o atendeu no primeiro toque.

– Estou aqui…. – Emmett disse baixo, antes mesmo de Anthony perguntar.

– Estou indo para ai! Não faça nada até que eu chegue! – Anthony desligou o celular e pisou fundo no acelerador, levando o carro de sua irmã no limite.


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Uma hora mais tarde…

Rosalie andava pelos corredores frios do hospital quando uma enfermeira aproximou-se dela e a chamou pelo nome.

– Rosalie Masen! – Rosalie olhou para trás e encarou a enfermeira e apenas assentiu. – Venha comigo por favor.

– Como está a minha cunhada? E minha sobrinha, elas estão bem né! – Rosalie falava desesperada.

– Os médicos querem falar com você, o senhor Masen não se encontra e você é a única pessoa da família presente!

– Não estou gostando do seu tom de voz…diga logo, o que aconteceu com minha cunhada? E minha sobrinha, ela nasceu? – Rosalie não conseguia dar um passo para seguir a enfermeira, tinha medo do que pudesse encontrar.

– Sua sobrinha nasceu e passa bem, está no berçário e logo poderá vê-la… - A enfermeira baixou a cabeça e Rosalie sentiu suas pernas fracas.

– Minha cunhada, Isabella… ela – Rosalie não conseguia terminar a pergunta.

– Venha comigo por favor, não tenho permissão para falar sobre o quadro clínico da paciente, os médicos irão falar com a senhorita. – A enfermeira disse e por algum motivo se sentiu sensibilizada com o sofrimento da jovem a sua frente, então esticou a mão para ela a encorajando.

Rosalie aceitou a mão da mulher de meia-idade e seguiu com ela, temendo a verdade. Já prevendo o sofrimento do irmão. Lembrando-se que a horas ela não tinha notícias de Anthony e Emmett.



Continua...



4 comentários:

Anônimo disse...

nossa fiquei tensa este me deixou de pernas bambas espero que bela nao morra seria muita tristeza para antony vou ficar ancioza pelos proximos capitulos beijos e uma noite linda para vce

Yasmim Oliveiradesouza disse...

Ahmm.....também não quero que a Bella morra será muito triste...eles merecem ser felizes com a bebê.está linda a fic.

Joelma Pacheco disse...

Nossa o casamento foi lindo + depois ficou tenso n quero q nada d mal aconteça a Bella ela tem q viver !

Bells disse...

Meuu...
Q nervoso...aff ninguém pode morrer pelo Amor! Muito sofrimento pra um FIC...
Gosto disso não. ..aff
Q Ódio desse pedófilo fdp.
Rs q Bella viva.

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